Veja outros textos inspiradores!

Números, NM, 3:23, As famílias dos gersonitas acamparão atrás do tabernáculo, a oeste.

Por Números, Antigo Testamento

A morte de cada homem diminui-me, pois faço parte da humanidade.

Por John Donne

Romanos, RM, 3:2, Muita, sob todos os aspectos. Principalmente porque aos judeus foram confiados os oráculos de Deus.

Por Romanos, Novo Testamento

Não há nada como as paixões e as grandes paixões para elevar a alma às coisas grandes.

Por Denis Diderot

Eu quero olhar para trás em minha vida quando eu tiver 80 anos e dizer que amei cada minuto dela. Eu quero estar fazendo música, como estou fazendo agora. Isso me faz feliz.

Por Demi Lovato

"Não se deve ser mesquinho com o afeto; o que se gasta das reservas é renovado pelo próprio ato de gastar".

Por Sigmund Freud

Do mesmo modo, afirmamos que os Estados imperialistas cometeriam um grave erro e uma injustiça inqualificável caso se limitassem a retirar de nosso solo as tropas militares, os serviços administrativos e de intendência cuja função era descobrir riquezas, extraí-las e enviá-las para as metrópoles. A reparação moral da independência nacional não nos deixa cegos, não nos alimenta. A riqueza dos países imperialistas também é nossa riqueza. No plano do universal, essa afirmação, como se pode presumir, não significa absolutamente que nós nos sentimos tocados pelas criações das técnicas ou das artes ocidentais. Muito concretamente, a Europa inflou-se de maneira desmedida com o ouro e as matérias-primas dos países coloniais: na América Latina, na China, na África. De todos esses continentes, ante os quais a Europa ergue hoje sua opulenta torre, partem há séculos, em direção dessa mesma Europa, os diamantes e o petróleo, a seda e o algodão, as madeiras e os produtos exóticos. A Europa é, literalmente, a criação do Terceiro Mundo. As riquezas que a sufocam são as que foram roubadas dos povos subdesenvolvidos. Os portos da Holanda, as docas de Bordeaux e de Liverpool especializados no tráfico negreiro devem seu renome aos milhões de escravos deportados. E quando ouvimos um chefe de Estado europeu declarar, com a mão no coração, que tem o dever de ajudar os infelizes povos subdesenvolvidos, não estremecemos de gratidão. Ao contrário, dizemos a nós mesmos: “É uma reparação justa”. Logo, não aceitaremos que a ajuda aos países subdesenvolvidos seja um programa de “irmãs de caridade”. Essa ajuda deve ser a consagração de uma dupla conscientização, conscientização por parte dos colonizados de que isso lhes é devido e, por parte das potências capitalistas, de que efetivamente elas têm que pagar.

Por Frantz Fanon

⁠Oh, querida, todas as luzes da cidade Nunca brilham tanto quanto os seus olhos

Por James Arthur

⁠Meus pensamentos têm o costume de te alcançar Te procurar, cê ainda é meu lar

Por Chris MC

⁠De jeito nenhum! Eu não vim até o Alasca só para esperar no carro.

Por Big Pai, Big Filho 2