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"Sou só um homem com uma vela para me guiar Eu estou lutando para escapar do que está dentro de mim Um monstro, um monstro Eu estou virando um monstro Um monstro, um monstro E está ficando cada vez mais forte..."
Por Imagine DragonsDeuteronômio, DT, 2:31, - O Senhor me disse: ´Eis que já comecei a dar a você Seom e a terra dele; comece agora a tomar posse do país dele.`
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoNão me amole não Não me enrole não Que eu sou mulher de botar pra quebrar
Por As Bahias e a Cozinha MineiraLamentavelmente o modelo religioso predominante no cristianismo silencia, maltrata e reduz o corpo. Afetos, desejos, paixões e pulsões são frequentemente caracterizados como algo não espiritual, que devem ser contidos e negados em nome de uma pretensa "pureza". A sexualidade é tratada de forma superficial, cerceadora, castradora, impositiva e heteronormativa. Regras se sobrepõem à vida, conceitos cristalizados impedem a escuta, o diálogo e o aprofundamento do olhar. Nesta percepção, a espiritualidade é associada à capacidade de se desprender do corpo. E, assim, são criados ambientes repressores, formatadores, neurotizantes que não dão conta da vida e das experiências humanas. E, desta forma, são criados ambientes afetos à hipocrisia, à superficialidade e aos traumas. E, desta forma, réguas comportamentais e morais geram um ambiente de vigilância e fiscalização do corpo com baixa densidade ética. É preciso resgatar a integralidade do ser humano e reconhecer no corpo fonte de beleza, de criação e recriação das formas de ser. É preciso permitir que esta ruptura dualista e doentia seja superada pela visão de que somos corpo, somos matéria, somos afeto e desejo. É preciso desenvolver a ética do corpo mediada pelo amor, pelo cuidado, pela liberdade e pelo encontro. Regras vazias formatam o que não se formata, mas o conteúdo do amor liberta o que é para ser livre em amor.
Por Henrique VieiraSabe-se que a busca por melhores resultados precisa ser acompanhada de satisfação não apenas na chegada, mas no caminho, e que, ao encontrar o prazer na trajetória, você amplia as chances de sucesso e de quebra ataca uma das mais severas questões da atualidade: a dificuldade de viver o presente.
Por André Heller