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" Escrevo,pois se falasse, as palavras morreriam ao vento,mas escritas elas se perpetuam no papel. Enquanto houver papel,vou escrever que amo você..." Oscar
Por Oscar de Jesus KlemzII Crônicas, 2CR, 23:14, Porém o sacerdote Joiada trouxe para fora os capitães que comandavam as tropas e disse-lhes: - Façam-na sair por entre as fileiras e, se alguém a seguir, matem-no à espada. Porque o sacerdote tinha dito: ´Não a matem na Casa do Senhor.`
Por II Crônicas, Antigo TestamentoEfésios, EF, 6:22, Eu o estou enviando a vocês com esta finalidade: para que conheçam a nossa situação e para que ele console o coração de vocês.
Por Efésios, Novo TestamentoII Crônicas, 2CR, 36:10, Na primavera do ano, o rei Nabucodonosor mandou levá-lo para a Babilônia, com os mais preciosos utensílios da Casa do Senhor. E constituiu Zedequias, irmão de Joaquim, rei sobre Judá e Jerusalém.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoI Samuel, 1SM, 15:10, Então a palavra do Senhor veio a Samuel, dizendo:
Por I Samuel, Antigo TestamentoÊxodo, EX, 30:28, o altar do holocausto com todos os utensílios e a bacia com o seu suporte.
Por Êxodo, Antigo TestamentoAdmira-se o talento, a coragem, a bondade, as grandes dedicações e as provas difíceis, mas só temos consideração pelo dinheiro.
Por Sébastien-Roch ChamfortA OUTRA Amamos sempre no que temos O que não temos quando amamos. O barco pára, largo os remos E, um a outro,as mãos nos damos. A quem dou as mãos? À Outra. Teus beijos são de mel de boca, São os que sempre pensei dar, E agora a minha boca toca A boca que eu sonhei beijar. De quem é a boca? Da Outra. O remos já caíram na água, O barco faz o que a água quer. Meus braços vingam minha mágoa No abraço quie enfim podem ter. Quem abraço? A Outra. Bem sei, és bela, és quem desejei.. Não deixe a vida que eu deseje Mais que o que pode ser teu beijo E poder ser eu que te beije. Beijo, e em quem penso? Na Outra. Os remos vão perdidos já, O barco vai e não sei para onde. Que fresco o teu sorriso está, Ah, meu amor, e o que ele esconde! Que é do sorriso Da Outra? Ah, talvez, mortos ambos nós, Num outro rio sem lugar Em outro barco outra vez sós Possamos nós recomeçar Que talvez sejas A Outra. Mas não, nem onde essa paisagem É sob eterna luz eterna Te acharei mais que alguém na viagem Que amei com ansiedade terna Por ser parecida Com a Outra. Ah, por ora, idos remos e rumo, Dá-me as mãos, a boca, o teu ser. E façamos desta hora um resumo Do que não poderemos ter. Nesta hora, a única Sê a Outra.
Por Fernando Pessoa