Veja outros textos inspiradores!

Quando você está desesperado, não concentra mais os pensamentos no que é necessário para o sucesso. Em vez disso, se concentra no que acontecerá se não conseguir o que precisa, atraindo, assim, o fracasso.

Por Jeb Blount

O verdadeiro herói é imperfeito. O verdadeiro teste para um campeão não está na sua capacidade de triunfar, mas na de superar obstáculos – de preferência criados por ele mesmo – a fim de triunfar.

Por Garth Stein

Mateus, MT, 5:28, <J>Eu, porém, lhes digo: todo o que olhar para uma mulher com intenção impura, já cometeu adultério com ela no seu coração.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

I Crônicas, 1CR, 5:26, Por isso o Deus de Israel despertou o espírito de Pul, rei da Assíria, ou seja, o espírito de Tiglate-Pileser, rei da Assíria, que levou cativos os rubenitas, os gaditas e a meia tribo de Manassés, e os fez morar em Hala, Habor e Hara e nas proximidades do rio Gozã, onde permanecem até o dia de hoje.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Quando eu estou em um caso, a única coisa que existe é 0% de chance de eu perder.

Por Harvey Specter

conspirações alguma coisa se desprende do meu corpo e voa não cabe na moldura do meu céu. sou náufrago no firmamento. o vento da poesia me conduz além de mimo sol me acende estrelas me suportam Odisseu nos subúrbios da galáxia. amor é o que me sabe e o que me sobra outro castelo que naufraga como tantos que a força do meu sonho quis transformar em catedrais. ilusões? ainda me restam duas dúzias. conspirações de amor, talvez não mais.

Por Geraldo Carneiro

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Por Adriana Falcão

No culto da beleza não há nada de são. Esse culto é esplêndido de mais para ser são.

Por Oscar Wilde

Morte (Hora de Delírio) Pensamento gentil de paz eterna Amiga morte, vem. Tu és o termo De dous fantasmas que a existência formam, — Dessa alma vã e desse corpo enfermo. Pensamento gentil de paz eterna, Amiga morte, vem. Tu és o nada, Tu és a ausência das moções da vida, do prazer que nos custa a dor passada. Pensamento gentil de paz eterna Amiga morte, vem. Tu és apenas A visão mais real das que nos cercam, Que nos extingues as visões terrenas. Nunca temi tua destra, Não vou o vulgo profano; Nunca pensei que teu braço Brande um punhal sobr'humano. Nunca julguei-te em meus sonhos Um esqueleto mirrado; Nunca dei-te, pra voares, Terrível ginete alado. Nunca te dei uma foice Dura, fina e recurvada; Nunca chamei-te inimiga, Ímpia, cruel, ou culpada. Amei-te sempre: — pertencer-te quero Para sempre também, amiga morte. Quero o chão, quero a terra, - esse elemento Que não se sente dos vaivens da sorte. Para tua hecatombe de um segundo Não falta alguém? — Preencha-a comigo: Leva-me à região da paz horrenda, Leva-me ao nada, leva-me contigo. Miríades de vermes lá me esperam Para nascer de meu fermento ainda, Para nutrir-se de meu suco impuro, Talvez me espera uma plantinha linda. Vermes que sobre podridões refervem, Plantinha que a raiz meus ossos fera, Em vós minha alma e sentimento e corpo Irão em partes agregar-se à terra. E depois nada mais. Já não há tempo, nem vida, nem sentir, nem dor, nem gosto. Agora o nada — esse real tão belo Só nas terrenas vísceras deposto. Facho que a morte ao lumiar apaga, Foi essa alma fatal que nos aterra. Consciência, razão, que nos afligem, Deram em nada ao baquear em terra. Única idéia mais real dos homens, Morte feliz — eu quero-te comigo, Leva-me à região da paz horrenda, Leva-me ao nada, leva-me contigo. Também desta vida à campa Não transporto uma saudade. Cerro meus olhos contente Sem um ai de ansiedade. E como um autômato infante Que ainda não sabe mentir, Ao pé da morte querida Hei de insensato sorrir. Por minha face sinistra Meu pranto não correrá. Em meus olhos moribundos Terrores ninguém lerá. Não achei na terra amores Que merecessem os meus. Não tenho um ente no mundo A quem diga o meu - adeus. Não posso da vida à campa Transportar uma saudade. Cerro meus olhos contente Sem um ai de ansiedade. Por isso, ó morte, eu amo-te e não temo: Por isso, ó morte, eu quero-te comigo. Leva-me à região da paz horrenda, Leva-me ao nada, leva-me contigo.

Por Junqueira Freire

É que seu gênio retraído e seco dava-se maravilhosamente com esses amigos submissos e generosos - os livros; esses faladores discretos, que podemos interromper à vontade e com os quais nos é permitido conversar dias inteiros, sem termos aliás obrigação de dar uma palavra.

Por Aluísio Azevedo