Veja outros textos inspiradores!
Você tem a chance, todas as manhãs, de fazer essa mudança e ser a pessoa que deseja ser.
Por Brendon BurchardTal como reza o efeito Pigmaleão, as pessoas se tornam uma coisa ou outra segundo nossas expectativas sobre elas.
Por Allan PercyAs árvores como os livros têm folhas e margens lisas ou recortadas, e capas (isto é copas) e capítulos de flores e letras de oiro nas lombadas. E são histórias de reis, histórias de fadas, as mais fantásticas aventuras, que se podem ler nas suas páginas, no pecíolo, no limbo, nas nervuras. As florestas são imensas bibliotecas, e até há florestas especializadas, com faias, bétulas e um letreiro a dizer: «Floresta das zonas temperadas». É evidente que não podes plantar no teu quarto, plátanos ou azinheiras. Para começar a construir uma biblioteca, basta um vaso de sardinheiras.
Por Jorge de Sousa BragaLevítico, LV, 16:23, - Depois, Arão virá à tenda do encontro, despirá as vestes de linho que havia usado quando tinha entrado no santuário e ali as deixará.
Por Levítico, Antigo TestamentoMiquéias, MQ, 5:13, do meio de vocês eliminarei as imagens de escultura e as colunas, e vocês não mais se inclinarão diante do que fizeram com as suas próprias mãos;
Por Miquéias, Antigo TestamentoTarde, noite de natal A tristeza branca A derramar, De novo, os tons (tão bons…), Tristes e brancos, Irmanados, Irmanando, Num pôr de sóis Sagrados e únicos, Os contornos perdidos Que brotam do povo Esperançado…. Crédulo,sob um arco-iris De bondade branca E triste. Tudo é calmaria Nessa tarde de sol Que desce atrás Do mar de dezembro. Ilusão fugáz, De amor, De paz, Comprimida em doze Meses de ânseios E dúvidas; Em eternos veios De dores reprimidas. Aqui, sentado, Parado e alheio, Com esse sol A me chamar pro mar… Não consigo me afastar Dos sons Que me alcançam No fundo da alma, A alma triste Desse natal que chegou, Trazendo um mundo Que busca outros mundos Sem conhercer-se a si próprio. No ventre dilatado De uma criança qualquer Está o espanto Do século dividido. No pranto da mãe Que chora mais um anjo Está o amargo Das injustiças. E o mundo busca Outros mundos, Sem volver um só Olhar de piedade. Que engenhosidade! A lua a seus pés Sob a árvore enfeitada De estrelas; Que são as gotas Rolando das faces Feias e cruas Que sem compreendê-las Não aplaudem, Não riem, Na mesmice de seus dias Iguais. Hoje, é natal, é paz, é bondade, é dádiva, Mas, em sua tristeza Ignorante, Como poderão Participar De nossa alegria, De nossa vitória? Debaixo de todas as águas Salgadas Desse mar, Fica o fim de uma história Enterrada e esquecida, e é natal!
Por Victor MottaMateus, MT, 6:5, <J> - E, quando orarem, não sejam como os hipócritas, que gostam de orar em pé</J> <J>nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos pelos outros. Em verdade lhes digo que eles já receberam a sua recompensa.</J>
Por Mateus, Novo Testamento