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Jó, JÓ, 30:14, Vêm contra mim como por uma grande brecha e se revolvem avante no meio das ruínas.
Por Jó, Antigo TestamentoO que aprendi com homens como o seu falecido marido e o meu pai é que você colhe aquilo que planta.
Por As ViúvasA Raposa e a Cegonha A raposa e a cegonha mantinham boas relações e pareciam ser amigas sinceras. Certo dia, a raposa convidou a cegonha para jantar e, por brincadeira, botou na mesa apenas um prato raso contendo um pouco de sopa. Para ela, foi tudo muito fácil, mas a cegonha pode apenas molhar a ponta do bico e saiu dali com muita fome. - Sinto muito, disse a raposa, parece que você não gostou da sopa. - Não pense nisso, respondeu a cegonha. Espero que, em retribuição a esta visita, você venha em breve jantar comigo. No dia seguinte, a raposa foi pagar a visita. Quando sentaram à mesa, o que havia para o jantar estava contido num jarro alto, de pescoço comprido e boca estreita, no qual a raposa não podia introduzir o focinho. Tudo o que ela conseguiu foi lamber a parte externa do jarro. - Não pedirei desculpas pelo jantar, disse a cegonha, assim você sente no próprio estomago o que senti ontem. (Quem com ferro fere, com ferro será ferido)
Por EsopoNúmeros, NM, 35:17, Ou se alguém ferir uma pessoa, com pedra na mão, que possa causar a morte, e essa pessoa morrer, é homicida; o homicida será morto.
Por Números, Antigo TestamentoDe repente eu não conseguia respirar. Parecia que não tinha sobrado mais ar no mundo. (Rue)
Por Euphoria– Mas, amigo não se despede assim. – Psiu! Lá vem ela. Glória chegou mesmo na hora em que eu o abraçava. – Adeus, amigo Você é a coisa mais linda do mundo! (...) – Não sei se posso contar. Mas um dia eu conto um milagre para você, Godóia.
Por José Mauro de VasconcelosVocê já deveria conhecer meu tom seco e sarcástico e minha insuportável mania de falar a verdade sem me importar com o que os outros vão pensar. Sem me importar se vão continuar gostando de mim mesmo assim. Eu nunca precisei fingir que sou uma pessoa boa. Nunca precisei fingir que eu não estou nem aí quando eu estou mais aí do que aqui. Não faz meu tipo. Me esforço às vezes pra ser romântica, pra acreditar nos planos, pra acreditar nas pessoas. Nunca chorei pra convencer. Talvez porque não faça questão de convencer. Ou, como você mesmo diz, sou direta, fria e seca. E nada disso é novidade pra ninguém. É só o meu jeito. Eu não sou fácil, não me vendo, não aceito migalhas, não gosto de metades. Sou um império do bem e do mal. Sou erótica, sou neurótica. Sou boa, sou má. Sou biscoito de polvilho. Açúcar, sal, mousse de maracujá. Só não sou um brinquedinho. Que alguém joga no canto do quarto quando não quer mais brincar. Sou um pacote. Uma mala. Sou difícil de carregar.
Por Brena BrazMas há crianças, há sorrisos, há o Maraca domingo O panorama não agrada, mas não há porque se desesperar Pela simples noção de que é uma dádiva estar vivo De que os caminhos são lindos, e é necessário caminhar
Por Forfun