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Retorno Gastei toda aquarela, recolhida. Silêncio de barcos acidentados, fruta madura espatifando-se na terra. Colhi no ventre da treva estas palavras tocando-as devagar, com medo de que por trás de suas faces frescas me aguardasse uma emboscada. Sei pelo avesso suas formas conturbadas, atormentam-me seus abismos híbridos. Vê-las pulsando salva-me da lábia estofada cotidiana, mas também me expõe à rude dimensão da liberdade e seu preço poucas vezes raso. Cintila a pedra noturna dos meus olhos nos seus olhos, sei que posso atravessá-los num sopro. Após tantas águas fugidias, o refluxo. As portas batem, como nos dias arejados.
Por Ledusha SpinardiNão espere que os outros confiem em você se sabe que pode trair essa confiança. Trabalhe seu caráter antes de trabalhar seus relacionamentos.
Por John C. MaxwellDeuteronômio, DT, 33:28, Israel, pois, habitará seguro, a fonte de Jacó habitará a sós numa terra de cereal e de vinho; e os seus céus destilarão orvalho.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoSila disse: “Nenhum amigo jamais me serviu e nenhum inimigo jamais me prejudicou a quem eu não tenha retribuído integralmente".
Por Barry StraussA mim já não me resta a menor esperança... tudo se move ao compasso do que encerra a pança...
Por Frida KahloVocê é meu vício, Minha substância tóxica, meu prazer supremo Meu encontro preferido e meu abismo Você floresce no que há de mais doce na minha alma
Por Carla Bruni