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Apenas uma canção de amor Enquanto a chuva molha o meu rosto Ela esconde a minha lágrima Que insiste em encontrar o chão. Enquanto o frio toma o meu corpo Eu aprendi sem a gramática Que saudade não tem tradução. Eu preciso tanto de você O seu amor é o que me faz crescer E conhece como a própria mão Cada medo do meu coração. Hoje pensei tanto em nós dois Que não podia deixar pra depois E eu vim aqui só pra dizer: -Que eu sou louco por você

Por Guilherme de Sá

Os escritores são uma terceira força, que se põe entre governo e povo, entre a atividade dos políticos e o silêncio geral da população. Criam os escritores a linguagem que une toda a população. Essa terceira força, entretanto, só é significativa se for independente. O poder dos escritores está na força de persuasão. Embora sejam frequentemente desconsiderados, em razão de sua impotência, são os escritores que dão vida às formas de representação e aos modos de pensamento. Tudo quanto fazem quiçá não passe de pregação no deserto, mas através dessa atividade se revelará talvez o que põe o mundo em movimento.

Por Karl Jaspers

Deixo ela em chama e hoje ela vive a me chamar de Nero E eu vivo desde menor a chamar dinero

Por Djonga

Já gastámos as palavras pela rua, meu amor, e o que nos ficou não chega para afastar o frio de quatro paredes. Gastámos tudo menos o silêncio. Gastámos os olhos com o sal das lágrimas, gastámos as mãos à força de as apertarmos, gastámos o relógio e as pedras das esquinas em esperas inúteis. Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada. Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro; era como se todas as coisas fossem minhas: quanto mais te dava mais tinha para te dar. Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes. E eu acreditava. Acreditava, porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis. Mas isso era no tempo dos segredos, era no tempo em que o teu corpo era um aquário, era no tempo em que os meus olhos eram realmente peixes verdes. Hoje são apenas os meus olhos. É pouco mas é verdade, uns olhos como todos os outros. Já gastámos as palavras. Quando agora digo: meu amor, já não se passa absolutamente nada. E no entanto, antes das palavras gastas, tenho a certeza de que todas as coisas estremeciam só de murmurar o teu nome no silêncio do meu coração. Não temos já nada para dar. Dentro de ti não há nada que me peça água. O passado é inútil como um trapo. E já te disse: as palavras estão gastas. Adeus.

Por Eugénio de Andrade

O meu passado é dividido entre coisas que eu não consigo lembrar e coisas que eu não quero e você é as duas.

Por Charlie Harper

Deus nos ouve. Ele nem sempre nos dá resposta.

Por Árvores da Paz (filme)

II Crônicas, 2CR, 15:6, Porque nação contra nação e cidade contra cidade se despedaçavam, porque Deus os afligiu com todo tipo de angústia.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

I Crônicas, 1CR, 9:30, Alguns dos filhos dos sacerdotes confeccionavam as especiarias.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

⁠AÍ SE TEM O SONETO ESPECIAL Ter a poesia amorosa, emotiva e alada Os versos com sentimentos suntuosos Aroma, sussurro e suspiros numerosos Possuir sentido, uma poética afeiçoada Não ter bobagem, desencontros, nada De partilha, somente beijos ardorosos Muito a se fartar, elementos veludosos Na norma nenhuma vontade moderada Transgredir o espaço da alma, coração Entregar-se sem pejo à sua devoção Mergulhar na paixão, soltar o aperto Conservar a inspiração sentimental Sentir-se em plenitude, um concerto Afetivo. Aí se tem o soneto especial. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 29 janeiro, 2025, 15’33” – Araguari, MG

Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol

Sou brasileiro e não desisto nunca

Por Bono Vox