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Há apenas duas coisas com que você deve se preocupar: Se você está bem ou se está doente! Se você está bem não há com que se preocupar. Se você está doente há duas coisas com que você se preocupar. Se você vai se curar ou se vai morrer. Se você vai se curar não há nada com que se preocupar. Se você vai morrer, há duas coisas com que você deve se preocupar. Se você vai para o céu ou se vai para o inferno. Se você vai para o céu não há nada com que se preocupar. Agora, se você for para o inferno estará tão ocupado cumprimentando os velhos amigos que nem terá tempo de se preocupar. Então, para que se preocupar?

Por Provérbio Chinês

Daniel, DN, 11:30, porque virão contra ele navios de Quitim. Contrariado, ele voltará e se indignará contra a santa aliança, e fará o que quiser. E, tendo voltado, dará atenção aos que abandonaram a santa aliança.

Por Daniel, Antigo Testamento

Você tem de ser muito gentil consigo mesmo quando estiver aprendendo uma coisa nova.

Por Elizabeth Gilbert

O teu olhar caiu no meu A tua boca na minha se perdeu Foi tudo lindo, foi tão lindo, foi E eu nem me lembro o que veio depois

Por Hyldon

Eu enfrentaria dragões, andaria sobre carvão em brasa, entraria no Vale da Morte, se achasse que teria alguma chance de conquistar seu coração.

Por Julian Fellowes

Ezequiel, EZ, 1:13, O aspecto dos seres viventes era como carvão em brasa, à semelhança de tochas. O fogo corria resplandecente por entre os seres viventes, e dele saíam relâmpagos.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Mulher, à proporção que mais penetro na vida, mais compreendo as responsabilidades que nos cabem na felicidade do mundo.

Por Antonieta de Barros

João, JO, 2:1, Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galileia, e a mãe de Jesus estava ali.

Por João, Novo Testamento

Jeremias, JR, 25:32, Assim diz o Senhor dos Exércitos: ´Eis que a calamidade passa de nação para nação, e grande tempestade se levanta dos confins da terra.`

Por Jeremias, Antigo Testamento

Da chegada do amor Sempre quis um amor que falasse que soubesse o que sentisse. Sempre quis uma amor que elaborasse Que quando dormisse ressonasse confiança no sopro do sono e trouxesse beijo no clarão da amanhecice. Sempre quis um amor que coubesse no que me disse. Sempre quis uma meninice entre menino e senhor uma cachorrice onde tanto pudesse a sem-vergonhice do macho quanto a sabedoria do sabedor. Sempre quis um amor cujo BOM DIA! morasse na eternidade de encadear os tempos: passado presente futuro coisa da mesma embocadura sabor da mesma golada. Sempre quis um amor de goleadas cuja rede complexa do pano de fundo dos seres não assustasse. Sempre quis um amor que não se incomodasse quando a poesia da cama me levasse. Sempre quis uma amor que não se chateasse diante das diferenças. Agora, diante da encomenda metade de mim rasga afoita o embrulho e a outra metade é o futuro de saber o segredo que enrola o laço, é observar o desenho do invólucro e compará-lo com a calma da alma o seu conteúdo. Contudo sempre quis um amor que me coubesse futuro e me alternasse em menina e adulto que ora eu fosse o fácil, o sério e ora um doce mistério que ora eu fosse medo-asneira e ora eu fosse brincadeira ultra-sonografia do furor, sempre quis um amor que sem tensa-corrida-de ocorresse. Sempre quis um amor que acontecesse sem esforço sem medo da inspiração por ele acabar. Sempre quis um amor de abafar, (não o caso) mas cuja demora de ocaso estivesse imensamente nas nossas mãos. Sem senãos. Sempre quis um amor com definição de quero sem o lero-lero da falsa sedução. Eu sempre disse não à constituição dos séculos que diz que o "garantido" amor é a sua negação. Sempre quis um amor que gozasse e que pouco antes de chegar a esse céu se anunciasse. Sempre quis um amor que vivesse a felicidade sem reclamar dela ou disso. Sempre quis um amor não omisso e que suas estórias me contasse. Ah, eu sempre quis uma amor que amasse. Poesia extraída do livro "Euteamo e suas estréias", Editora Record - Rio de Janeiro, 1999,

Por Elisa Lucinda