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Queríamos criar nosso mundo, onde nos sentíssemos livres, e o construímos.
Por A Incrível História da Ilha das RosasO homem que tem coragem de desperdiçar uma hora do seu tempo não descobriu o valor da vida.
Por Charles DarwinI Samuel, 1SM, 14:26, Quando o povo entrou no bosque, eis que o mel estava escorrendo. Mas ninguém provou do mel, porque o povo estava com medo do juramento.
Por I Samuel, Antigo TestamentoO buraco do espelho o buraco do espelho está fechado agora eu tenho que ficar aqui com um olho aberto, outro acordado no lado de lá onde eu caí pro lado de cá não tem acesso mesmo que me chamem pelo nome mesmo que admitam meu regresso toda vez que eu vou a porta some a janela some na parede a palavra de água se dissolve na palavra sede, a boca cede antes de falar, e não se ouve já tentei dormir a noite inteira quatro, cinco, seis da madrugada vou ficar ali nessa cadeira uma orelha alerta, outra ligada o buraco do espelho está fechado agora eu tenho que ficar agora fui pelo abandono abandonado aqui dentro do lado de fora
Por Arnaldo AntunesDE UMA POÉTICA REVESTIDO (soneto) Eu finco em tributo este soneto enamorado Pra ti! pra que tenhas as altas homenagens Em cada versar. Sentimentos e mensagens De doce paixão... em cada verso inspirado Os olhares e sussurros no soneto enlaçado Achegado. Incide no rimar com metragens De sensação e emoção, em tão sãos itens Refletindo da alma cá neste verso poetado É amor que no meu peito paces, entoando Cânticos de encantos e momento divertido Vibrando a emoção e a ternura ressoando: Tu és o meu amor e também o meu sentido Onde os meus versos vão, então, banhando De uma poética e de uma poética revestido. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 26 janeiro, 2025, 15’47” – Araguari, MG
Por poeta do cerrado - Luciano SpagnolA paixão é imperiosa. Porque não vive-la aproveitando o máximo, já que a morte real existe e a vida é datada. Nós somos “desejo e pó”.
Por Betty MilanDa vez primeira em que me assassinaram, Perdi um jeito de sorrir que eu tinha. Depois, a cada vez que me mataram, Foram levando qualquer coisa minha. Hoje, dos meu cadáveres eu sou O mais desnudo, o que não tem mais nada. Arde um toco de Vela amarelada, Como único bem que me ficou. Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada! Pois dessa mão avaramente adunca Não haverão de arracar a luz sagrada! Aves da noite! Asas do horror! Voejai! Que a luz trêmula e triste como um ai, A luz de um morto não se apaga nunca!
Por Mario QuintanaEu mato quem tiver que matar Enfrento as chamas, queimo as flâmulas A margem me chama Odeio o mundo, só quero minha dama
Por Filipe RetA gente tem que chegar lá em cima tranquilo. Se a gente tiver nervoso, apanha, se não tiver, apanha também. Então tem que está tranquilo para brigar.
Por Adilson Maguila