Veja outros textos inspiradores!
Me diga, me diga, pergunto. Não comece, não continue, durma, você responde. Mas eu não posso, não sei como dormir se não recupero a parte perdida, se não escapo do buraco nefasto do tempo que preciso...
Por Diamela EltitEla foi encontrada! Quem? A eternidade. É o mar misturado Ao sol. Minha alma imortal, Cumpre a tua jura Seja o sol estival Ou a noite pura. Pois tu me liberas Das humanas quimeras, Dos anseios vãos! Tu voas então... — Jamais a esperança. Sem movimento. Ciência e paciência, O suplício é lento. Que venha a manhã, Com brasas de satã, O dever É vosso ardor. Ela foi encontrada! Quem? A eternidade. É o mar misturado Ao sol.
Por Arthur RimbaudSinceramente eu não entendo o porque das guerras... Por que matar pessoas inocentes, as quais, na verdade, não querem guerriar? Por que confrontar jovens como se fossem inimigos, se nem ao menos se conhecem? Por que tanto derramamento de sangue? Por que tanto ódio? Por que tanta violência? Por que tanta ambição pela conquista? Conquista? Creio que a verdadeira conquista é a da amizade, da paz, do amor, da fraternidade entre os homens... Que conquista poderia ser maior que a de um sorriso franco num rosto infantil? Por que não realizar um gesto de carinho ao invés de se cometer um ato de violência? Por que não amar ao invés de odiar? Por que não sarar ao invés de ferir? Por que não procurar unir os jovens ao invés de intrigá-los? Por que não salvar vidas ao invés de matar? Seria tão bom se todos os povos de todas as nações se dessem as mãos e cantassem num só coro uma única canção de amor e paz... Como seria bom se todos os “muros de Berlim” fossem derrubados e assim o mundo se tornasse um único país e a humanidade um só povo... Muitas pessoas dizem que a paz mundial não passa de um sonho impossível...Será? Creio que isso só depende de nós mesmos...
Por Nilza RodriguesEu vi amor pequeno bem lá no riso do abismo do que é louco E o tempo é curto e pouco pra tanta beleza livre
Por Lamparina e a PrimaveraÉ que seu gênio retraído e seco dava-se maravilhosamente com esses amigos submissos e generosos - os livros; esses faladores discretos, que podemos interromper à vontade e com os quais nos é permitido conversar dias inteiros, sem termos aliás obrigação de dar uma palavra.
Por Aluísio Azevedo