Veja outros textos inspiradores!

A maior parte das pessoas que eu conheço nem tenta me compreender.

Por Atypical

Êxodo, EX, 7:24, Todos os egípcios cavaram junto ao rio para encontrar água para beber, pois das águas do rio não podiam beber.

Por Êxodo, Antigo Testamento

⁠O medo tem seus usos. As perguntas que mais nos assustam são justamente as que merecem nossa atenção total e imediata.

Por John Kaag

A biologia te dá um cérebro. A vida o transforma em uma mente.

Por Jeffrey Eugenides

Depois de ter procurado sem encontrar, acontece encontrar sem procurar.

Por Jerome Jerome

Nós encontramos sentido na vida e segurança em nós mesmos por termos entendido o resolvido problemas pessoais por nossa conta, e não por eles nos terem sido explicados por outros. ("A Psicanálise dos Contos de Fadas")

Por Bruno Bettelheim

Você entende a tristeza de uma estrela que não pode retornar para os céus?

Por Fairy Tail

Passado é uma roupa que não nos serve mais.

Por Belchior

Apocalipse, AP, 20:4, Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade para julgar. Vi ainda as almas dos que foram decapitados por terem dado testemunho de Jesus e proclamado a palavra de Deus. Estes são os que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam a sua marca na testa e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.

Por Apocalipse, Novo Testamento

Se se morre de amor Se se morre de amor! – Não, não se morre, Quando é fascinação que nos surpreende De ruidoso sarau entre os festejos; Quando luzes, calor, orquestra e flores Assomos de prazer nos raiam n’alma, Que embelezada e solta em tal ambiente No que ouve e no que vê prazer alcança! Simpáticas feições, cintura breve, Graciosa postura, porte airoso, Uma fita, uma flor entre os cabelos, Um quê mal definido, acaso podem Num engano d’amor arrebentar-nos. Mas isso amor não é; isso é delírio Devaneio, ilusão, que se esvaece Ao som final da orquestra, ao derradeiro Clarão, que as luzes ao morrer despedem: Se outro nome lhe dão, se amor o chamam, D’amor igual ninguém sucumbe à perda. Amor é vida; é ter constantemente Alma, sentidos, coração – abertos Ao grande, ao belo, é ser capaz d’extremos, D’altas virtudes, té capaz de crimes! Compreender o infinito, a imensidade E a natureza e Deus; gostar dos campos, D’aves, flores,murmúrios solitários; Buscar tristeza, a soledade, o ermo, E ter o coração em riso e festa; E à branda festa, ao riso da nossa alma fontes de pranto intercalar sem custo; Conhecer o prazer e a desventura No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto O ditoso, o misérrimo dos entes; Isso é amor, e desse amor se morre! Amar, é não saber, não ter coragem Pra dizer que o amor que em nós sentimos; Temer qu’olhos profanos nos devassem O templo onde a melhor porção da vida Se concentra; onde avaros recatamos Essa fonte de amor, esses tesouros Inesgotáveis d’lusões floridas; Sentir, sem que se veja, a quem se adora, Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos, Segui-la, sem poder fitar seus olhos, Amá-la, sem ousar dizer que amamos, E, temendo roçar os seus vestidos, Arder por afogá-la em mil abraços: Isso é amor, e desse amor se morre!

Por Gonçalves Dias