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Salmos, SL, 119:85, Para mim abriram covas os soberbos, que não andam conforme a tua lei.

Por Salmos, Antigo Testamento

A paciência não é a habilidade de esperar, mas a habilidade de manter uma boa atitude enquanto se espera

Por Joyce Meyer

⁠Ninguém que acorde 360 dias do ano antes do amanhecer deixa de enriquecer a família.

Por Provérbio Chinês

O homem não é nem anjo nem animal, e a infelicidade exige que quem pretende fazer de anjo faça de besta.

Por Blaise Pascal

⁠Se quiser ficar em Londres, seja forte, viva a vida, mas não faça isso para encontrar alguém. Faça isso para se encontrar.

Por Enola Holmes (filme)

I Pedro, 1PE, 1:10, Foi a respeito desta salvação que os profetas indagaram e investigaram. Eles profetizaram a respeito da graça destinada a vocês,

Por I Pedro, Novo Testamento

Levítico, LV, 23:42, Durante sete dias vocês habitarão em tendas de ramos; todos os naturais de Israel habitarão em tendas,

Por Levítico, Antigo Testamento

Efésios, EF, 5:4, Não usem linguagem grosseira, não digam coisas tolas nem indecentes, pois isso não convém; pelo contrário, digam palavras de ação de graças.

Por Efésios, Novo Testamento

Porque o arrependimento, como o desejo, não procura analisar-se, mas sim satisfazer-se.

Por Marcel Proust

Um sábio me dizia: esta existência, não vale a angústia de viver. A ciência, se fôssemos eternos, num transporte de desespero inventaria a morte. Uma célula orgânica aparece no infinito do tempo. E vibra e cresce e se desdobra e estala num segundo. Homem, eis o que somos neste mundo. Assim falou-me o sábio e eu comecei a ver dentro da própria morte, o encanto de morrer. Um monge me dizia: ó mocidade, és relâmpago ao pé da eternidade! Pensa: o tempo anda sempre e não repousa; esta vida não vale grande coisa. Uma mulher que chora, um berço a um canto; o riso, às vezes, quase sempre, um pranto. Depois o mundo, a luta que intimida, quadro círios acesos : eis a vida Isto me disse o monge e eu continuei a ver dentro da própria morte, o encanto de morrer. Um pobre me dizia: para o pobre a vida, é o pão e o andrajo vil que o cobre. Deus, eu não creio nesta fantasia. Deus me deu fome e sede a cada dia mas nunca me deu pão, nem me deu água. Deu-me a vergonha, a infâmia, a mágoa de andar de porta em porta, esfarrapado. Deu-me esta vida: um pão envenenado. Assim falou-me o pobre e eu continuei a ver, dentro da própria morte, o encanto de morrer. Uma mulher me disse: vem comigo! Fecha os olhos e sonha, meu amigo. Sonha um lar, uma doce companheira que queiras muito e que também te queira. No telhado, um penacho de fumaça. Cortinas muito brancas na vidraça Um canário que canta na gaiola. Que linda a vida lá por dentro rola! Pela primeira vez eu comecei a ver, dentro da própria vida, o encanto de viver.

Por Guilherme de Almeida