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Dentro da lagoa uma diz "chove", outra diz "não": conversa de rã.

Por Eunice Arruda

⁠O tempo nos ensina muitas coisas só não ensina a desobedecera Deus.

Por Jose123sev

⁠Eu não ataco ele [Lênin], mas essa ideologia. O renascimento espiritual de nosso país está em nossa libertação dessa ideologia mortífera e assassina.

Por Alexander Solzhenitsyn

I Coríntios, 1CO, 15:46, O que vem primeiro não é o espiritual, e sim o natural; depois vem o espiritual.

Por I Coríntios, Novo Testamento

Eu aprendi que algumas coisas quebradas ficam quebradas, e aprendi que você pode passar por maus momentos e continuar procurando por outros melhores, contanto que tenha pessoas que amam você.

Por Jennifer Weiner

Vocês querem controlar as pessoas? Digam a elas que um Messias virá. Então elas esperarão, por séculos.

Por Duna: Parte 2 (filme)

Marcos, MC, 12:38, E, ao ensinar, Jesus dizia: <J> - Cuidado com os escribas, que gostam de andar com vestes talares e das saudações nas praças;</J>

Por Marcos, Novo Testamento

Quando os médicos diferem, o paciente morre.

Por Confúcio

MEUS OITO ANOS Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Como são belos os dias Do despontar da existência! — Respira a alma inocência Como perfumes a flor; O mar é — lago sereno, O céu — um manto azulado, O mundo — um sonho dourado, A vida — um hino d'amor! Que aurora, que sol, que vida, Que noites de melodia Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar! O céu bordado d'estrelas, A terra de aromas cheia As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar! Oh! dias da minha infância! Oh! meu céu de primavera! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã! Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minhã irmã! Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, Da camisa aberta o peito, — Pés descalços, braços nus — Correndo pelas campinas A roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras Das borboletas azuis! Naqueles tempos ditosos Ia colher as pitangas, Trepava a tirar as mangas, Brincava à beira do mar; Rezava às Ave-Marias, Achava o céu sempre lindo. Adormecia sorrindo E despertava a cantar! ................................ Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! — Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras A sombra das bananeiras Debaixo dos laranjais!

Por Casimiro de Abreu

⁠Pelo resto de minha vida, haveria uma farpa no meu ser. Doendo desde o momento da morte de minha mãe até que fosse enterrada comigo.

Por Aos Prantos no Mercado (livro)