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saí para a varanda aos 14 graus da tarde sem blusas viria a primavera as roupas leves – mas meu peito é pesado e quente dentro de mim não faz brisa é sempre mormaço
Por Jarid ArraesOséias, OS, 14:3, A Assíria não nos salvará. Não iremos montados em cavalos e não mais diremos às obras das nossas mãos que elas são o nosso Deus. Porque só em ti o órfão encontra misericórdia.``
Por Oséias, Antigo TestamentoAgir sem entregar-se inteiramente à ação não é agir como homem, e nem o repouso do homem, nem sua instrução, nem sua formação podem resultar disso.
Por A.D. SertillangesI Crônicas, 1CR, 28:12, Também entregou a planta de tudo o que tinha em mente com referência aos átrios da Casa do Senhor, e a todas as câmaras ao redor, para os tesouros da Casa de Deus e para os tesouros das coisas consagradas.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoApesar de toda sua beleza de tirar o fôlego, o oceano também é um lugar distópico, lar de desumanidades sombrias.
Por Ian UrbinaA dor apresenta-se neutralizada em um coração fragilizado, apenas restam consequências que insistem em ficar e tentar destruir de vez o que já foi tão belo...
Por Ninna LawrenceSabe quando você acha que conhece alguém? Mais do que qualquer um no mundo? Você sabe que entende a pessoa, porque a enxerga de verdade. E então você tenta se aproximar, e ela... desaparece. Você achava que pertenciam uma à outra. Achava que ela era sua, mas não é. Você quer protegê-la, mas não pode.
Por Cartas de amor aos mortosÊxodo, EX, 30:12, - Quando você fizer recenseamento dos filhos de Israel, cada um deles dará ao Senhor o resgate de si próprio, quando você fizer a contagem; para que não haja entre eles praga nenhuma, quando você fizer a contagem.
Por Êxodo, Antigo TestamentoAmanhecimento De tanta noite que dormi contigo no sono acordado dos amores de tudo que desembocamos em amanhecimento a aurora acabou por virar processo. Mesmo agora quando nossos poentes se acumulam quando nossos destinos se torturam no acaso ocaso das escolhas as ternas folhas roçam a dura parede. nossa sede se esconde atrás do tronco da árvore e geme muda de modo a só nós ouvirmos. Vai assim seguindo o desfile das tentativas de nãos o pio de todas as asneiras todas as besteiras se acumulam em vão ao pé da montanha para um dia partirem em revoada. Ainda que nos anoiteça tem manhã nessa invernada Violões, canções, invenções de alvorada... Ninguém repara, nossa noite está acostumada.
Por Elisa Lucinda