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Salmos, SL, 144:10, É ele quem dá aos reis a vitória; quem livra o seu servo Davi da espada maligna.

Por Salmos, Antigo Testamento

“Eu não vou atrás dos caras. Minha mãe me ensinou a ser assim.” (Revista Elle Girl, 04/03/04

Por Avril Lavigne

A ciência é a inteligência do mundo; a arte, o seu coração.

Por Máximo Gorky

Eu pensava que a pior coisa na vida era acabar sozinho. Não é. A pior coisa na vida, é acabar com as pessoas que fazem você se sentir sozinho.

Por Robin Williams

Enquanto seguia perseguindo apenas a cura garantida para o meu corpo, sofri. O remédio que eu precisava era pra alma. E estava o tempo todo aqui, dentro de mim.

Por Ana Michelle Soares

⁠Coisas que queimavam com muito brilho, queimavam rapidamente.

Por Kyle Mills

Números, NM, 31:12, Trouxeram a Moisés, ao sacerdote Eleazar e à congregação dos filhos de Israel os cativos, os prisioneiros e o despojo, para o arraial, nas campinas de Moabe, junto do Jordão, na altura de Jericó.

Por Números, Antigo Testamento

II Pedro, 2PE, 1:14, certo de que estou prestes a deixar o meu tabernáculo, como efetivamente nosso Senhor Jesus Cristo me revelou.

Por II Pedro, Novo Testamento

ELEGIA Dos anos loucos a alegria extinta Ressaca vaga, faz que eu mal me sinta. Mas, como o vinho, é o remorso meu Que mais forte ficou, se envelheceu. É triste minha estrada. E me anuncia O mar ruim do porvir dor e agonia. Mas não desejo, amigos meus, morrer; Quero ser para pensar e sofrer. E sei que há gozos para mim guardados Entre aflições, desgostos e cuidados: Inda a concórdia poderei cantar, Sobre prantos fingidos triunfar, E talvez com sorrir de despedida Brilhe o amor no sol-pôr de minha vida.

Por Alexander Pushkin

Vazio A poesia fugiu do mundo. O amor fugiu do mundo — Restam somente as casas, Os bondes, os automóveis, as pessoas, Os fios telegráficos estendidos, No céu os anúncios luminosos. A poesia fugiu do mundo. O amor fugiu do mundo — Restam somente os homens, Pequeninos, apressados, egoístas e inúteis. Resta a vida que é preciso viver. Resta a volúpia que é preciso matar. Resta a necessidade de poesia, que é preciso contentar.

Por Augusto Frederico Schmidt