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I Crônicas, 1CR, 12:2, Tinham por arma o arco e usavam tanto a mão direita como a esquerda para arremessar pedras com fundas e para atirar flechas com o arco. Os parentes de Saul, da tribo de Benjamim, eram os seguintes:

Por I Crônicas, Antigo Testamento

I Crônicas, 1CR, 13:6, Então Davi, com todo o Israel, foi a Baalá, isto é, a Quiriate-Jearim, que fica em Judá, para de lá trazer a arca de Deus, diante da qual é invocado o nome do Senhor, que se assenta acima dos querubins.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Faço de conta que sou levada Pra ser levada em conta

Por Vander Lee

Levítico, LV, 14:51, Depois, pegará a madeira de cedro, o hissopo, o pano escarlate e a ave que ficou viva, os molhará no sangue da ave que foi morta e nas águas correntes e aspergirá a casa sete vezes.

Por Levítico, Antigo Testamento

Êxodo, EX, 9:2, Porque, se você se recusar a deixá-los ir e ainda por força quiser detê-los,

Por Êxodo, Antigo Testamento

É impossível correr bem olhando para trás. As dificuldades, os conflitos, as expectativas frustradas, as inseguranças, os abusos, as relações complicadas e os acontecimentos marcantes da vida fazem com que todos nós carreguemos certa bagagem da qual precisamos nos livrar. O segredo é estar disposto a tratar essas feridas emocionais, pois, quanto mais para o fundo da mochila empurrarmos esses sentimentos, mais entranhados eles ficarão. E essa mochila pode se tornar um fardo grande demais para se carregar todo dia.

Por Flip Flippen

Para mentir, apenas duas coisas são necessárias: alguém que minta e alguém que escute a mentira.

Por Homer Simpson

Lucas, LC, 14:13, <J>Pelo contrário, ao dar um banquete, convide os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos,</J>

Por Lucas, Novo Testamento

⁠COVARDIA (soneto) Se, assim, de novo à minha emoção Tocar, entediante, para o meu amor Hei de revelar-lhe toda a sensação Do coração, sussurrante e com dor Pouco importa se for apenas ilusão Não se faz surdo e cego este rancor Pois bem, dói, não apenas na paixão Nos suspiros, e tão cheios de temor O soneto chora, ai! Sangra, se arruína E, dentro do peito um vazio que arde Fazendo de o amargo poetizar, rotina Sôfrego... Suplicante... e tão aturdido Me vem aquela fragilidade covarde Fazendo o sentimento tão bandido. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 13 maio, 2025, 05’06” – Araguari, MG

Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol

O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos.

Por Desconhecido