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Mateus, MT, 26:22, E eles, muito entristecidos, começaram um por um a perguntar-lhe: - Por acaso seria eu, Senhor?

Por Mateus, Novo Testamento

Jeremias, JR, 51:7, A Babilônia era um copo de ouro na mão do Senhor. Esse copo embriagava toda a terra, e do seu vinho beberam as nações; por isso, enlouqueceram.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Ezequiel, EZ, 21:12, Grite e lamente, filho do homem, porque a espada será contra o meu povo, contra todos os príncipes de Israel. Estes, juntamente com o meu povo, estão entregues à espada; portanto, bata no peito em sinal de tristeza.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Você nunca será feliz se continuar mentindo para si mesmo.

Por Paulo Denker

Daniel, DN, 9:10, e não obedecemos à voz do Senhor, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu por meio dos seus servos, os profetas.

Por Daniel, Antigo Testamento

Amar alguém que não te ama é como abraçar um cacto. Quanto mais você segurar, mais dói.

Por Eduardo Costa

O acaso é, talvez, o pseudônimo que Deus usa quando não quer assinar suas obras.

Por Theophile Gautier

Sabe o que senti quando acordei hoje de manhã? Nada. Nem paixão, nem entusiasmo, nem fé, nem emoção. absolutamente nada. Eu acho que eu passei do ponto onde se poder chamar isso de um mal momento e isso me apavora. Meu Deus, essa ideia é pior do que a ideia da morte. É essa pessoa que eu vou ser de agora em diante?

Por Elizabeth Gilbert

⁠O modo possessivo não só reduz o ser como ainda restringe a liberdade. As coisas que possuímos nos possuem. Somos possuídos por nossas posses, no sentido de termos de pensar a respeito delas, nos preocupar com elas, cuidar delas. Não estamos livres para dar-lhes as costas e irmos em frente porque, para muitos de nós, elas representam nossa identidade, nossa segurança, até mesmo nossa sanidade.

Por Alexander Lowen

Sabedoria Desde que tudo me cansa, Comecei eu a viver. Comecei a viver sem esperança... E venha a morte quando Deus quiser. Dantes, ou muito ou pouco, Sempre esperara: Às vezes, tanto, que o meu sonho louco Voava das estrelas à mais rara; Outras, tão pouco, Que ninguém mais com tal se conformara. Hoje, é que nada espero. Para quê, esperar? Sei que já nada é meu senão se o não tiver; Se quero, é só enquanto apenas quero; Só de longe, e secreto, é que inda posso amar... E venha a morte quando Deus quiser. Mas, com isto, que têm as estrelas? Continuam brilhando, altas e belas

Por José Régio