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Mateus, MT, 24:39, <J>e não o perceberam, até que veio o dilúvio</J> <J>e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoTodo mundo falava que eu ia acabar assim, que meu sobrenome é amaldiçoado e que ia morrer ou matar antes da formatura. E acho que meio que tinham razão.
Por Rua do Medo: Rainha do BaileEu costumava pensar que o amor era assim: conhecer alguém tão bem que ele é como uma parte de você.
Por Lauren OliverHoje muitas vezes o que observamos são os exames e papéis sendo tratados, e não os pacientes!
Por Edmond Saab Jr.II Samuel, 2SM, 13:24, Absalão foi falar com o rei e disse: - Eis que este seu servo está fazendo a tosquia das ovelhas. Peço que o rei e os seus servidores acompanhem este seu servo.
Por II Samuel, Antigo TestamentoEzequiel, EZ, 38:18, Naquele dia, quando Gogue vier contra a terra de Israel, diz o Senhor Deus, eu ficarei furioso.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoMateus, MT, 7:25, <J>Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e bateram com força contra aquela casa, e ela não desabou, porque tinha sido construída sobre a rocha.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoA oração não é para determinar nada pra Deus. A oração é para receber a determinação de Deus pra nossa vida.
Por Hernandes Dias LopesVem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas. (Enlacemos as mãos.) Depois pensemos, crianças adultas, que a vida Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa, Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado, Mais longe que os deuses. Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos. Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio. Mais vale saber passar silenciosamente E sem desassosegos grandes. Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz, Nem invejas que dão movimento demais aos olhos, Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria, E sempre iria ter ao mar. Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos, Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias, Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro Ouvindo correr o rio e vendo-o. Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as No colo, e que o seu perfume suavize o momento — Este momento em que sossegadamente não cremos em nada, Pagãos inocentes da decadência. Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova, Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos Nem fomos mais do que crianças. E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio, Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti. Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio, Pagã triste e com flores no regaço.
Por Ricardo Reis