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De traje a rigor os urubus em meneios bailando nas nuvens.

Por Aníbal Beça

A maioria dos heróis tem muitos pontos fortes. A minha família só tem pontos fracos mesmo.

Por A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas

⁠⁠Diário Público de Aline Caira 21:01hs A autocrítica interna, quando persistente, pode ofuscar a validação externa. Da mesma forma, a autosabotagem antecipada mina o potencial de sucesso, independentemente dos desafios externos. As batalhas mais árduas frequentemente se travam no silêncio da mente, em um palco íntimo e cotidiano. Os maiores obstáculos residem em nossas próprias percepções: o receio do fracasso, a hesitação paralisante e a resistência em abandonar o conforto do conhecido. Almejamos a liberdade, mas permanecemos aprisionados por nossas crenças limitantes. Desejamos conquistar o mundo, mas frequentemente sucumbimos à autoderrota. A resiliência que buscamos não se encontra no exterior, mas sim na honestidade da autoanálise. Consiste em identificar os momentos em que nos retraímos, onde ainda buscamos aprovação para ocupar nosso espaço. Ninguém nos restringe mais do que as fronteiras autoimpostas que internalizamos como verdades absolutas. A vitória interior não se traduz em invulnerabilidade, mas em autoconsciência. Implica reconhecer a inevitabilidade do caos, sem sucumbir à desintegração. Permite a queda, sem o abandono de si mesmo. A integridade interior confere uma resiliência inabalável. O sustento não provém mais da aprovação externa, da sorte ou da validação alheia, mas da força inerente ao autoconhecimento e à autoaceitação. Com a certeza de que a Divina Providência, em sua infinita misericórdia e bondade, nos ampara e protege, reconhecemos em Deus nosso alicerce fundamental. Sem Sua presença, nossa existência se torna frágil e carente. Que Ele permaneça sempre no comando, guiando nossos passos e iluminando nossos caminhos.

Por Aline Caira

Quando o Amor chegar... Não adianta o amor procurar Simplesmente ame!!! O amor é que vai te encontrar Onde e quando você menos esperar Seja no trabalho na rua, ou numa mesa de bar Esteja bem ou mal vestida Esteja mal ou bem humorada Nem a pressa nem a ansiedade vai fazer ele chegar muito menos a angustia pela espera No Lugar e hora certa ele vai te achar O amor vê com olhos diferentes dos nossos Ele vê com os olhos do coração Bem diferente do sentido da visão Ele vê com o olhar da intuição que vê comportamentos, atitudes e emoção Vê com os sentimentos da alma que enxerga com seu olhar todo misterioso E quando você acorda de um toque de mão você já esta nos cheiros e toques da sedução Nos mistérios e labirintos da atração Sem pensar com a Razão, e sim com o coração Com poucos encontros e pronto Vocês estão apaixonados Fazendo as coisas ridículas dos enamorados Nos colos da Paixão ninando para o Amor o Coração Quando com um silêncio o seu efeito for maior que mil palavras... é pq encontramos o coração certo para comunicar.

Por Desconhecido

⁠Parada de ônibus Sentada na parada... Não espero nada, a não ser o tempo passar e as lágrimas secarem. O tráfego passa... Será que não vê que ele foge de você? Apenas penso... Matemática pura: não há encontro sem procura. Ônibus, carros, tudo passa... Mas não vejo mais nada. Só o brilho dos seus olhos e o seu sorriso. A parada se enche e esvazia. Uma multidão de estranhos. Aos poucos, todos se vão — mas eu, não. A saudade chega, de novo, com força, atormentando o coração. Agora tenho que ir... O transporte se aproxima, mas uma lágrima insiste. Vou no próximo. Desisti. Um sol gostoso beija meu rosto, o vento brinca nos cabelos... Mais um coletivo passa. Finjo que não vejo. A parada guarda meus segredos: as horas passadas, o rosto molhado, o desespero contido. Agora, sim, tenho que ir... Me olho no espelho, vejo se tudo está "ok", se os olhos seguem vermelhos. Alheia... procurando, esperando o que o coração tanto anseia. A parada é fria e solitária — ou sou eu? O ônibus chega. Entro. E vou. Edineurai SaMarSi 

Por Edineurai SaMarSi

Eu te amo como quem esquece tudo diante de um beijo: as inúmeras horas desbeijadas os terríveis desabraços os dolorosos desencaixes que meu corpo sofreu longe do seu. Elejo sempre o encontro Ele é o ponto do crochê. Penélope invertida nada começo de novo nada desmancho nada volto Teço um novo tecido de amor eterno a cada olhar seu de afeto não ligo para nada que doeu. Só para o que deixou de doer tenho olhos. Cega do infortúnio pesco os peixes dos nossos encaixes pesco as gozadas as confissões de amor as palavras fundas de prazer as esculturas astecas que nos fixam na história dos dias

Por Elisa Lucinda

Um dos ingredientes-chave da chamada experiência é a fé ilusória de que esta é única e especial, e de que os que dela participam são privilegiados e os excluídos estão perdendo alguma coisa.

Por Jennifer Egan

Provérbios, PV, 25:27, Comer muito mel não é bom; assim, procurar a própria honra não é honra.

Por Provérbios, Antigo Testamento

⁠Só quem assume a história de sua vida pode ver nela a realização de si mesmo. A responsabilidade de assumir o controle da própria biografia significa ter clareza sobre quem se quer ser.

Por Jurgen Habermas

⁠Você prefere viver em paz como o Sr. Ninguém ou cair para sempre em um incêndio de glória?

Por Cyberpunk 2077