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I Samuel, 1SM, 25:11, Vocês acham que eu vou pegar o meu pão, a minha água e a carne dos animais que abati para os meus tosquiadores e dar a homens que eu não sei de onde vêm?
Por I Samuel, Antigo TestamentoMas meus pés são da poeira Meus amigos são de guerra Minha gente é da peleja Você vai cair por terra!
Por A Outra Banda da LuaExistem os dias em que a solidão é um vinho forte que nos embriaga com liberdade, outros em que é um tônico amargo, e ainda outros em que é um veneno que faz você bater com a cabeça nas paredes.
Por ColetteDas mãos Lhe pendiam Continhas de luz Assim era o terço Da mãe de Jesus A Virgem nos manda O terço rezar Assim, diz Meus filhos Vos hei de salvar
Por Irmã Kelly PatríciaLucas, LC, 10:26, Então Jesus lhe perguntou: <J> - O que está escrito na Lei? Como você a entende?</J>
Por Lucas, Novo TestamentoUm rei muito bom Conta-se que um fanático rei mandou construir uma cama de ouro, muitíssimo valiosa, adornada com milhares de diamantes e mandou que a colocassem no quarto de hóspedes do palácio. Sempre que havia convidados o rei elogiava a cama e dizia do prazer que sentia por receber pessoas tão ilustres. Porém, existia uma condição: o convidado teria que se encaixar na cama que fora fabricada sob medida. Se fosse gordo, o hóspede deveria ser cortado para caber na cama, com a desculpa do preço e do valor da cama. Era impossível encontrar alguém que se ajustasse ao tamanho do leito real, porque o homem médio não existe e o móvel do político-rei era de tamanho único, mas as pessoas são diferentes. Sendo o rei matemático, mandou medir a altura de todos os cidadãos e dividiu o resultado entre os cidadãos de sua cidade, assim obteve o tamanho do homem médio. Na cidade havia pequenos, gente jovem, gente idosa, pigmeus, gigantes, porém o homem mediano não havia. E a cama do rei continuava matando o gordo, o magro, o baixo, o alto... O rei não tinha culpa nenhuma, ele tinha o maior prazer de receber as pessoas, elas eram culpadas, porque não cabiam na cama preciosa do rei. Tão hospitaleiro e tão bom! Ele tinha uma equipe de funcionários aptos para esticar o baixinho até caber na cama. Chegava morto, claro! Eram muito esforçados aqueles funcionários públicos, mas o homem era baixinho, a culpa era dele! Que lição pode-se aprender! As políticas públicas existem, lindas, perfeitas, humanas, caríssimas, preciosas! Só que o cidadão não se ajusta a elas; eles não se encaixam nos hospitais abarrotados e com filas de espera, não se encaixam nas escolas sem professores, não se encaixam nas ruas infestadas de bandidos soltos, atirando pra todo lado, mas o rei tem o maior prazer de fazer o enterro do hóspede de graça - de graça não - toma o dinheiro do baixo, do gordo, do magro, do alto e o investe num cemitério pobre, cheio de mato, abandonado e triste, sem flores. O defunto foi culpado, porque não teve dinheiro para fazer um plano de saúde e um plano pós-vida. Que culpa tem o rei? A educação, esta sim, é a verdadeira culpada! Por que não se educa para a competência de enxergar e distinguir políticas públicas de políticas privadas, mas, principalmente, aquelas que deveriam ir diretamente para as privadas públicas?
Por Ivone BoechatSalmos, SL, 25:15, Os meus olhos se elevam continuamente ao Senhor, pois ele tirará os meus pés do laço.
Por Salmos, Antigo TestamentoA cultura é um ruido de fundo que não me deixa ver a vida tal como é. A cultura não faz ninguém feliz. Quero ser alguém ignorante, ou um camponês sábio que adivinha quando choverá e se deita e levante com o sol.
Por Francesc MirallesDeuteronômio, DT, 2:13, ´Agora levantem-se e passem o ribeiro de Zerede.` - Assim, passamos o ribeiro de Zerede.
Por Deuteronômio, Antigo Testamento