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Tenho medo de escrever. É tão perigoso. Quem tentou, sabe. Perigo de mexer no que está oculto – e o mundo não está à tona, está oculto em suas raízes submersas em profundidades do mar. Para escrever tenho que me colocar no vazio. Neste vazio é que existo intuitivamente. Mas é um vazio terrivelmente perigoso: dele arranco sangue. Sou um escritor que tem medo da cilada das palavras: as palavras que digo escondem outras – quais? talvez as diga. Escrever é uma pedra lançada no poço fundo.
Por Clarice LispectorJoão, JO, 3:3, Jesus respondeu: <J> - Em verdade, em verdade lhe digo que, se alguém não nascer de novo,</J> <J>não pode ver o Reino de Deus.</J>
Por João, Novo TestamentoA verdadeira tragédia do pobre é que só pode aspirar à renúncia. Os belos pecados, como as coisas belas, são privilégio dos ricos.
Por Oscar WildeO pássaro de barro da saudade Revoando no aro dos meus olhos Repousou nos meus dedos de silêncio Partindo para as terras ignotas. Divaguei nos roteiros do amanhã (Quilhas cortando o ventre do espaço Rasparam os recifes das quimeras Encalhando nas rochas das lembranças). E aquela argila diluída em sombras Incensando o meu templo de memórias Nas alvoradas dos meus sofrimentos. Na grande solidão do inatingível Ancorei o coração num mar de lágrimas E adormeci num inferno entre dois céus.
Por Benjamin SanchesII Pedro, 2PE, 3:11, Uma vez que tudo será assim desfeito, vocês devem ser pessoas que vivem de maneira santa e piedosa,
Por II Pedro, Novo TestamentoDin din dom Se prepare pra ascensão Só pra quem roeu o osso Vai comer filé mignon
Por Cacife ClandestinoMais se a gente coloca Deus em nossas vidas, nós vamos continuar tendo problemas? Vamos sim, então qual é a diferença? É que com Deus eu envergo mas não quebro. Perco uma batalha mas não perco uma guerra. Porque com o Senhor nós somos mais que vencedores.
Por Anderson CavalcanteQuando você passa alguns minutos com uma pessoa calma, você geralmente sente que o seu ritmo interno muda, se apaziguando.
Por Kankyo TannierAtirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado. Morri? Não. Ressuscitei.
Por Mario Quintana