Veja outros textos inspiradores!

Você sabe o que quer, mas foge do que precisa.

Por Dr. House

Algumas quedas servem para que levantemos mais felizes.

Por William Shakespeare

Crimes suaves, que ajudam a viver...

Por Carlos Drummond de Andrade

Recebemos pela fé e mantemos pela fé.

Por Benny Hinn

⁠Ela o quer como queria voar do telhado quando tinha dez anos, quer lançar todo o seu corpo naquela catástrofe até que esteja totalmente exausta...

Por Amber Sparks

Filipe II tinha um colar de oiro tinha um colar de oiro com pedras rubis. Cingia a cintura com cinto de coiro, com fivela de oiro, olho de perdiz Comia num prato de prata lavrada girafa trufada, rissóis de serpente. O copo era um gomo que em flor desabrocha, de cristal de rocha do mais transparente. Andava nas salas forradas de Arrás, com panos por cima, pela frente e por trás. Tapetes flamengos, combates de galos, alões e podengos, falcões e cavalos. Dormia na cama de prata maciça com dossel de lhama de franja roliça. Na mesa do canto vermelho damasco a tíbia de um santo guardada num frasco. Foi dono da terra, foi senhor do mundo, nada lhe faltava, Filipe Segundo. Tinha oiro e prata, pedras nunca vistas, safira, topázios, rubis, ametistas. Tinha tudo, tudo sem peso nem conta, bragas de veludo, peliças de lontra. Um homem tão grande tem tudo o que quer. O que ele não tinha era um fecho éclair.

Por António Gedeão

Êxodo, EX, 8:13, E o Senhor fez conforme a palavra de Moisés: morreram as rãs nas casas, nos pátios e nos campos.

Por Êxodo, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 24:49, Agora, pois, se estiverem dispostos a usar de bondade e de fidelidade para com o meu senhor, digam; do contrário, digam também, para que eu siga o meu caminho, para a direita ou para a esquerda.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Nós não cometemos erros, apenas pequenos acidentes felizes.

Por Bob Ross

Os ensinamentos são importantes por si mesmos e intérpretes ou comentadores apenas os distorcem, sendo aconselhável ir diretamente à fonte, os próprios ensinamentos, e não valer-se de nenhuma autoridade.

Por Jiddu Krishnamurti