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Zacarias, ZC, 11:11, Portanto, a aliança foi anulada naquele dia. E os negociantes de ovelhas, que estavam me observando, reconheceram que isto era palavra do Senhor.

Por Zacarias, Antigo Testamento

Você me pediu um cigarro Você foi covarde. Seu amor é forte, seu corpo é fraco. Você foi covarde como tantas vezes fui por acreditar que a coragem viria depois. A coragem não vem depois. A coragem vem antes ou não vem. Não posso amaldiçoar sua covardia. Sua boca não é rápida como suas pernas para me agarrar. Minhas pernas não são tão rápidas quanto minha boca para lhe impedir. Você foi covarde. Pela gentileza de sempre dizer sim, repetidos sim, quando não estava ouvindo. Já desfrutei de sua covardia, ríspido recusá-la agora porque não me favorece. Porque não fui escolhido. Não aquecerei seu prato para servi-la. Não a ajudarei no parto. Não partirei. Serei aquele que deveria ter sido, enterrado sem morrer, o que desapareceu permanecendo perto. Sou seu constrangimento mais alegre. Sua ferida, seu feriado. Com o tempo, serei sua vontade de se calar. De se retirar da sala. Não conhecerá meus hábitos de puxar o café antes de ficar pronto. De abrir as venezianas como quem procura reunir os chinelos ao vento. Você foi covarde, ninguém iria compreendê-la. Hoje todos a compreendem, menos você mesma. Você não se compreende depois disso. O que é imenso é estreito. O que é infinito fecha. Até o oceano tem becos e ruas sem saída. Até o oceano. Sua esperança não diminui a covardia. Quer um conselho? Finge que a dor que sente é a minha para entreter sua dor. Saudades ficam violentas quando mudamos de endereço. Saudades ficam insuportáveis quando mudamos de sentido. Você confunde sacrifício com covardia. Compreendo. Eu confundo amor com loucura. Cada um tem seus motivos, sua maneira de se convencer que fez o melhor, fez o que podia. Você me avisou que não tinha escolha. Nunca teria escolha. Você foi educada com a vida, pediu licença, agradeceu os presentes. Confiou que a vida logo a entenderia. E cederia. Engoliu uma palavra para dormir. Não serei vizinho de seu sobrenome. Seus nomes esperam um único nome que ficou para trás. Você não desencarnou, não se encarnou, deixou sua carne parada nas leituras. Morrer é continuar o que não foi vivido. Vai me continuar sem saber. Você foi covarde. Com sua ternura pálida, seu medo de tudo, sua polidez em cumprir as promessas. Você não aprendeu a mentir. Tampouco aprendeu a dizer a verdade. O dia está escuro e não soprarei a luz ao seu lado. O dia está lento e não haverá movimento nas ruas. Você não revidou nenhuma das agressões, não revidará mais essa. Você foi covarde. A mais bela covardia de minha vida. A mais comovida. A mais sincera. A mais dolorida. O que me atormenta é que sou capaz de amar sua covardia. Foi o que restou de você em mim.

Por Fabrício Carpinejar

I Crônicas, 1CR, 21:3, Então Joabe disse: - Que o Senhor, seu Deus, multiplique este povo cem vezes mais! No entanto, meu rei e senhor, não são todos eles servos de meu senhor? Por que meu senhor requer isso? Por que trazer, assim, culpa sobre Israel?

Por I Crônicas, Antigo Testamento

João, JO, 1:26, João respondeu: - Eu batizo com água, mas no meio de vocês está alguém que vocês não conhecem.

Por João, Novo Testamento

Lucas, LC, 12:27, <J>Observem como crescem os lírios: eles não trabalham, nem fiam. Eu, porém, afirmo a vocês que nem Salomão,</J> <J>em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.</J>

Por Lucas, Novo Testamento

Se me der um grito, não calo Se mandar calar, mais eu falo Mas se me der a mão, claro, aperto Se for franco, direto e aberto Tô contigo amigo e não abro Vamos ver o diabo de perto Mas preste bem atenção, seu moço Não engulo da fruta, o caroço Minha vida é tutano, é osso...

Por Gonzaguinha

Pintar é fácil se não sabeis pintar - quando souberdes pintar, é ao contrário.

Por Edgar Degas

Há cordas no coração humano que teria sido melhor não serem vibradas

Por Charles Dickens

Você precisa aprender a ser livre, menina. E quem chegar, que se vire para aprender a conviver com você e essa tua liberdade.

Por Edgard Abbehusen

Ela usava flores nos cabelos e carregava segredos mágicos nos olhos. Ela não falava com ninguém. Ela passava horas na margem do rio.

Por Arundhati Roy