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Qual folha que vaga sem rumo e sem vida no espaço perdida sou eu vagar! Qual chuva crescendo nos olhos do tempo nos mares crescendo, nos olhos do tempo, sou eu chorar! qual sombra da noite de um céu nevoento que canta a tristeza, sou eu cantar! Igualmente o que vai aos pés do infinito Gritando...gritando..sou eu esse grito! Eu sou o consumo de um sol sem calor Enfim, sou resumo do riso e da dor eu colho a tristeza em forma de flor na paz da certeza onde canta o amor!
Por Roberto CarlosAs pessoas dizem que eu era ingênua. Eu não era ingênua. Eu era uma criança. E eu odiava me sentir daquele jeito… tão patética e fraca. Tão desamparada… Eu não queria mais ser aquela garota.
Por Daisy Jones and The SixAs vezes sinto vontade de xingar todos ao meu redor, mas existem momentos em que agradeço a Deus por estar vivo e ter pessoas perto de mim!
Por Emerson NunesSA Filosofia é algo que, radicalmente, não se possui; ao ser perspectivada na linha do ter, torna-se moeda de troca, ou seja, transforma-se em polêmica, deixando de procurar a Verdade e se comensurando com as verdades particulares das investigações científicas.
Por Gabriel MarcelGosto de música, livros e videogames mais do que de pessoas. Elas me deixam sem jeito.
Por Julie BuxbaumMateus, MT, 9:22, Então Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: <J> - Coragem, filha, você foi salva porque teve fé.</J> E, desde aquele instante, a mulher ficou sã.
Por Mateus, Novo TestamentoA DANÇARINA Dançarina na luz da lamparina, Na graça do gesto parece fumaça. Há suspiro em passo, cada giro, Dança com leveza desperta lembrança. No samba, ela além de bela é bamba, Mas seu coração muda com a estação; Machuca muitos por isso parece maluca, Coitada da dançarina não passa de menina. A idade cobra dançarina pela atividade, É vaidosa, mas aparenta ser mais idosa. A fantasia não dura para sempre, que ironia; A dançarina se apagará com a luz da lamparina. André Zanarella 30-08-2012 http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4421534
Por André Zanarella