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Namorados vêm e vão, mas se tiver sorte de ter boas amigas, apegue-se a isso.
Por Desperados (filme)Gênesis, GN, 12:12, Os egípcios, quando virem você, vão dizer: ´Essa é a mulher dele.` Então eles vão me matar, deixando você com vida.
Por Gênesis, Antigo TestamentoA impressão mais cruel que pode ser feita numa criancinha é a indiferença. Ignorar a necessidade de amor de uma criança dá a entender a seu coração que suas necessidades não são essenciais. Ao crescer, essa criança acha muito difícil expressar o verdadeiro amor. Em vez de um cálido fluxo de sentimentos, ela vai sentir uma emoção muito mais fria e moderada, que facilmente pisca e falha. A indiferença possui um longo legado.
Por Deepak ChopraBENDITA SEJA! Uma agitada inquietude, um misterioso sentimento, como um prazeroso paladar um íntimo e perturbador próprio lugar bem que faz bem, e distinguir não ouso Uma voragem, de um estoiro poderoso que nos torna sujeito, anexo ao olhar ao pensamento, onde só se quer estar cheio de ardor, de afago, júbilo e gozo Uma contradição, sensação de loucura aperto e agrado, e na emoção ventura que faz alucinar no tempo, doce peleja Qualquer que seja, é toda de alegria aos poetas sustento, poética poesia se assim for a paixão... Bendita seja! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 10/08/2021, 14’18” – Araguari, MG
Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOLLamentar o passado é estúpido, assim como é estúpido correr atrás de novos começos.
Por Domenico StarnoneNaquele tempo Não negavas carinho Pequenina, era tanto Meu Deus era tanto, sorria Se eu pudesse ir te ver, iria Ah, se eu pudesse, Ariana É que a demanda é sacana
Por buleOde ao Burguês Eu insulto o burgês! O burguês-níquel, o burguês-burguês! A digestão bem feita de São Paulo! O homem-curva! o homem-nádegas! O homem que sendo francês, brasileiro, italiano, é sempre um cauteloso pouco-a-pouco! Eu insulto as aristocracias cautelosas! os barões lampiões! os condes Joões! os duques zurros! que vivem dentro de muros sem pulos, e gemem sangues de alguns mil-réis fracos para dizerem que as filhas da senhora falam o francês e tocam os “Printemps” com as unhas! Eu insulto o burguês-funesto! O indigesto feijão com toucinho, dono das tradições! Fora os que algarismam os amanhãs! Olha a vida dos nossos setembros! Fará Sol? Choverá? Arlequinal! Mas à chuva dos rosais o êxtase fará sempre Sol! Morte à gordura! Morte às adiposidades cerebrais Morte ao burguês-mensal! ao burguês-cinema! ao burguês-tílburi! Padaria Suissa! Morte viva ao Adriano! “_ Ai, filha, que te darei pelos teus anos? _ Um colar… _ Conto e quinhentos!!! Mas nós morremos de fome!” Come! Come-te a ti mesmo, oh! gelatina pasma! Oh! purée de batatas morais! Oh! cabelos nas ventas! oh! carecas! Ódio aos temperamentos regulares! Ódio aos relógios musculares! Morte à infâmia! Ódio à soma! Ódio aos secos e molhados! Ódio aos sem desfalecimentos nem arrependimentos, sempiternamente as mesmices convencionais! De mãos nas costas! Marco eu o compasso! Eia! Dois a dois! Primeira posição! Marcha! Todos para a Central do meu rancor inebriante! Ódio e insulto! Ódio e raiva! Ódio e mais ódio! Morte ao burguês de giolhos, cheirando religião e que não crê em Deus! Ódio vermelho! Ódio fecundo! Ódio cíclico! Ódio fundamento, sem perdão! Fora! Fu! Fora o bom burguês!…
Por Mário de Andrade