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Marcos, MC, 1:1, Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.

Por Marcos, Novo Testamento

⁠Eiii? Avisa pra a tristeza que te arrodeia, que a felicidade faz parte de sua vida, e que ela não tem espaço do seu lado.

Por Dheffsanttos

Zacarias, ZC, 7:2, Ora, o povo de Betel tinha enviado Sarezer, Regém-Meleque e seus companheiros, para suplicarem o favor do Senhor,

Por Zacarias, Antigo Testamento

O inferno era um lugar governado pela lógica das crianças.

Por Andrew Michael Hurley

Oséias, OS, 7:9, Estrangeiros sugam as suas forças, mas ele não percebe; cabelos brancos se espalham pela cabeça, mas ele não o sabe.

Por Oséias, Antigo Testamento

Essa beleza que era também espanto Pelo dom da palavra e pelo seu uso Que erguia e abatia, levantava E abatia outra vez, deixando sempre Um rasto extraordinário. Sim, a hora, Dois séculos antes, em que uma ausência E o seu grande silêncio cintilaram Sobre a mão do poeta, em despedida.

Por Hélia Correia

Esta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope. Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança de língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida. Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega. Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queda não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem e límpida.

Por Clarice Lispector

O amor não é segredo. Olhe em volta de você. Bem-vindo a este dia!

Por Irmão Urso

⁠Um homem disse ao Bispo Sheen que não acreditava no inferno. O Bispo respondeu: “Você vai acreditar quando chegar lá.”

Por Fulton Sheen

Quero você de volta. Não fazia ideia do que isso ia se tornar.

Por Christian Grey