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LIBERDADE Não ficarei tão só no campo da arte, e, ânimo firme, sobranceiro e forte, tudo farei por ti para exaltar-te, serenamente, alheio à própria sorte. Para que eu possa um dia contemplar-te dominadora, em férvido transporte, direi que és bela e pura em toda parte, por maior risco em que essa audácia importe. Queira-te eu tanto, e de tal modo em suma, que não exista força humana alguma que esta paixão embriagadora dome. E que eu por ti, se torturado for, possa feliz, indiferente à dor, morrer sorrindo a murmurar teu nome
Por Carlos MarighellaA humanidade estava no auge de seu esplendor. Porém, seus corações estavam repletos de decepção, ódio e rancor, que se espalharam pelo mundo como se fossem uma doença.
Por Bastard!!Às vezes é difícil dizer o quão rápido a corrente está se movendo até que você esteja se dirigindo para uma cachoeira.
Por Kimberly McCreightNinguém se separa. As pessoas se abandonam. Essa é a verdade, a verdade verdadeira. O amor pode até ser recíproco, mas o fim do amor não, nunca.
Por Alan PaulsSalmos, SL, 28:4, Paga-lhes segundo as suas obras, segundo a maldade dos seus atos. Dá-lhes conforme a obra de suas mãos, retribui-lhes o que merecem.
Por Salmos, Antigo TestamentoGênesis, GN, 47:24, Das colheitas vocês darão a quinta parte a Faraó. As outras quatro partes serão de vocês, para semear o campo e para servir de alimento a vocês, aos que estão em suas casas, e para alimentar os seus filhos.
Por Gênesis, Antigo TestamentoÀs vezes, na estranha tentativa de nos defendermos da suposta visita da dor, soltamos os cães. Apagamos as luzes. Fechamos as cortinas. Trancamos as portas com chaves, cadeados e medos. Ficamos quietinhos, poucos movimentos, nesse lugar escuro e pouco arejado, pra vida não desconfiar que estamos em casa. A encrenca é que, ao nos protegermos tanto da possibilidade da dor, acabamos nos protegendo também da possibilidade de lindas alegrias. Impossível saber o que a vida pode nos trazer a qualquer instante, não há como adivinhar se fugirmos do contato com ela, se não abrirmos a porta. Não há como adivinhar e, se é isso que nos assusta tanto, é isso também que nos dá esperança.
Por Ana Jácomo