Veja outros textos inspiradores!

Atos, AT, 11:14, o qual lhe dirá palavras mediante as quais você e toda a sua casa serão salvos.`

Por Atos, Novo Testamento

Oséias, OS, 4:6, O meu povo está sendo destruído, pois lhe falta o conhecimento. Pelo fato de vocês, sacerdotes, rejeitarem o conhecimento, também eu os rejeitarei, para que não sejam mais sacerdotes diante de mim; visto que se esqueceram da lei do seu Deus, também eu me esquecerei dos seus filhos.`

Por Oséias, Antigo Testamento

Jó, JÓ, 18:15, Nenhum dos seus irá morar na sua tenda; enxofre será espalhado sobre a sua habitação.

Por Jó, Antigo Testamento

Lá vai o mendigo, Céu e Terra o estão vestindo: roupagens de verão!

Por Kikaku

I Reis, 1RS, 15:19, - Que haja uma aliança entre mim e você, como houve entre o meu pai e o seu pai. Eis que estou lhe enviando um presente, prata e ouro. Vá e anule a sua aliança com Baasa, rei de Israel, para que ele se retire do meu território.

Por I Reis, Antigo Testamento

Deus, ao criar Eva, tinha lançado sobre Adão um sono profundo; Pois a mulher é o sonho do homem.

Por Soren Kierkegaard

O amor verdadeiro não é real, a menos que seja correspondido.

Por Katherine Pierce

Apanhou Hermínia, que se havia convertido, de súbito, numa figurinha de xadrez em seus dedos, e guardou-a no mesmo bolso do colete de que antes havia tirado o cigarro. Prazerosamente saboreei o doce e pesado fumo do cigarro, senti-me exausto e disposto a dormir um ano inteiro. Oh! agora compreendia tudo: compreendia Pablo, compreendia Mozart, ouvia algures atrás de mim seu riso espantoso, sabia ter em meu bolso centenas de milhares de figurinhas do jogo da vida, suspeitava emocionado o sentido, tinha a intenção de iniciar de novo o jogo, de voltar a estremecer diante de seus desatinos, de voltar a percorrer o inferno do meu interior, não uma vez, mas sempre. Da próxima vez saberia jogar melhor. Da próxima vez aprenderia a rir. Pablo me esperava. Mozart também.

Por Herman Hesse

Quem se cansa da beleza, se cansa de viver.

Por Downton Abbey

O drama de uma vida sempre pode ser explicado pela metáfora do peso. Dizemos que temos um fardo nos ombros. Carregamos esse fardo, que suportamos ou não, lutamos com ele, perdemos ou ganhamos. O que precisamente aconteceu com Sabina? Nada. Deixara um homem porque quisera deixá-lo. Ele a perseguira depois disso? Quisera se vingar? Não. Seu drama não era o drama do peso, mas da leveza. O que se abatera sobre ela não era um fardo, mas a insustentável leveza do ser.

Por Milan Kundera