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"Quando eu estava em uma posição importante sempre me felicitavam e quando perdi essaposição, esqueceram-se de mim e não cumprirampromessa(s). Não confie na sua posição nem na quantidade de dinheiro que você tem, nem no seu poder, nem na sua inteligência, isso não vai durar." Tentando ensinar a todo mundo que quando você é "importante" aos olhos das pessoas, todos são seus "amigos". Mas uma vez que você não beneficiar ou substituir seus interesses, você não vai importar para eles. "Nem sempre você é quem pensa que sempre será, nada dura para sempre. Pessoas vão e vêm; os interesses de cada um mudam de um dia para o outro. Hoje eles podem te abraçar e amanhã te trair e até te pisar." O DESAFIO então, é aprender a escolher bem as nossas conexões, desconectando-nos dos tóxicos e oportunistas, e tirar um tempo para colocar, em nossos círculos de confiança, aqueles que nos amam ou nos gostam pelo que somos, e não pelo que possam nos tirar por interesse ou rejeitar por desinteresse. E, acima de tudo a nossa única glória permanente é a Coroa da Justiça que está guardada para aqueles que servimos ao nosso Deus.
Por Arnold SchwarzeneggerNeemias, NE, 10:35, Também nos comprometemos a trazer anualmente à Casa do Senhor as primícias da nossa terra e todas as primícias de todas as árvores frutíferas,
Por Neemias, Antigo TestamentoO valente tem medo do seu adversário; o covarde tem medo do seu próprio temor.
Por Francisco de QuevedoSalmos, SL, 128:5, Que o Senhor o abençoe desde Sião, para que você veja a prosperidade de Jerusalém durante os dias de sua vida,
Por Salmos, Antigo TestamentoA Realidade da Vida e a Realidade do Mundo. A nossa crença na realidade da vida e na realidade do mundo não são, com efeito, a mesma coisa. A segunda provém basicamente da permanência e da durabilidade do mundo, bem superiores às da vida mortal. Se o homem soubesse que o mundo acabaria quando ele morresse, ou logo depois, esse mundo perderia toda a sua realidade, como a perdeu para os antigos cristãos, na medida em que estes estavam convencidos de que as suas expectativas escatológicas seriam imediatamente realizadas. A confiança na realidade da vida, pelo contrário, depende quase exclusivamente da intensidade com que a vida é experimentada, do impacte com que ela se faz sentir. Esta intensidade é tão grande e a sua força é tão elementar que, onde quer que prevaleça, na alegria ou na dor, oblitera qualquer outra realidade mundana. Já se observou muitas vezes que aquilo que a vida dos ricos perde em vitalidade, em intimidade com as «boas coisas» da natureza, ganha em refinamento, em sensibilidade às coisas belas do mundo. O facto é que a capacidade humana de vida no mundo implica sempre uma capacidade de transcender e alienar-se dos processos da própria vida, enquanto a vitalidade e o vigor só podem ser conservados na medida em que os homens se disponham a arcar com o ônus, as fadigas e as penas da vida. Hannah Arendt, in 'A Condição Humana
Por Hannah Arendt