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Efésios, EF, 6:22, Eu o estou enviando a vocês com esta finalidade: para que conheçam a nossa situação e para que ele console o coração de vocês.
Por Efésios, Novo TestamentoA verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades.
Por Millôr FernandesJosué, JS, 15:47, Asdode, as suas vilas e aldeias; Gaza, as suas vilas e aldeias, até o rio do Egito e o mar Grande com as suas imediações.
Por Josué, Antigo TestamentoRomance Sonâmbulo (A Gloria Giner e a Fernando de los Rios) Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar e o cavalo na montanha. Com a sombra pela cintura ela sonha na varanda, verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Verde que te quero verde. Por sob a lua gitana, as coisas estão mirando-a e ela não pode mirá-las. Verde que te quero verde. Grandes estrelas de escarcha nascem com o peixe de sombra que rasga o caminho da alva. A figueira raspa o vento a lixá-lo com as ramas, e o monte, gato selvagem, eriça as piteiras ásperas. Mas quem virá? E por onde?... Ela fica na varanda, verde carne, tranças verdes, ela sonha na água amarga. — Compadre, dou meu cavalo em troca de sua casa, o arreio por seu espelho, a faca por sua manta. Compadre, venho sangrando desde as passagens de Cabra. — Se pudesse, meu mocinho, esse negócio eu fechava. No entanto eu já não sou eu, nem a casa é minha casa. — Compadre, quero morrer com decência, em minha cama. De ferro, se for possível, e com lençóis de cambraia. Não vês que enorme ferida vai de meu peito à garganta? — Trezentas rosas morenas traz tua camisa branca. Ressuma teu sangue e cheira em redor de tua faixa. No entanto eu já não sou eu, nem a casa é minha casa. — Que eu possa subir ao menos até às altas varandas. Que eu possa subir! que o possa até às verdes varandas. As balaustradas da lua por onde retumba a água. Já sobem os dois compadres até às altas varandas. Deixando um rastro de sangue. Deixando um rastro de lágrimas. Tremiam pelos telhados pequenos faróis de lata. Mil pandeiros de cristal feriam a madrugada. Verde que te quero verde, verde vento, verdes ramas. Os dois compadres subiram. O vasto vento deixava na boca um gosto esquisito de menta, fel e alfavaca. — Que é dela, compadre, dize-me que é de tua filha amarga? — Quantas vezes te esperou! Quantas vezes te esperara, rosto fresco, negras tranças, aqui na verde varanda! Sobre a face da cisterna balançava-se a gitana. Verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Ponta gelada de lua sustenta-a por cima da água. A noite se fez tão íntima como uma pequena praça. Lá fora, à porta, golpeando, guardas-civis na cachaça. Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar. E o cavalo na montanha.
Por Federico García LorcaJó, JÓ, 31:22, então que a omoplata caia do meu ombro, e que o meu braço seja arrancado da articulação.
Por Jó, Antigo TestamentoII João, 2JO, 1:12, Ainda tinha muitas coisas a lhes escrever, mas não quis fazê-lo com papel e tinta, pois espero ir visitá-los, e conversaremos pessoalmente, para que a nossa alegria seja completa.
Por II João, Novo TestamentoJó, JÓ, 29:25, Eu escolhia o caminho para eles, assentava-me como chefe e vivia como rei entre as suas tropas; eu era como quem consola os que pranteiam.`
Por Jó, Antigo TestamentoA vida é bela, não fique olhando da janela Toda beleza da primavera, das borboletas azuis O abraço fraterno do amigo, de um irmão Desenhar no papel um barquinho, um avião Mergulhar de cabeça sem medo, numa nova paixão Viajar num livro bom, no instrumento musical Comer frutas no quintal, dormir em paz
Por HyldonEstou bastante convencida de que é energia e humor... As duas coisas combinadas viram charme.
Por Judith Krantz