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"Ora a chuva poetiza a vida, ora o sol, as vezes brincam de chegar juntos. As vezes trazem o arco-íris para completar o espetáculo. e vão embora. E ficam em nós".

Por Gabriel Chalita

⁠Os historiadores exercem um grande poder e alguns deles sabem disso. Os historiadores recriam o passado, alterando-o para se adequar às suas próprias interpretações. Dessa forma, também mudam o futuro.

Por Frank Herbert

O grande sentido da vida é não fazer sentido.

Por NathyBarth

Ezequiel, EZ, 38:3, dizendo: Assim diz o Senhor Deus: ´Eis que estou contra você, Gogue, príncipe de Rôs, de Meseque e Tubal.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Apocalipse, AP, 3:18, <J>Aconselho que você compre de mim ouro refinado pelo fogo, para que você seja, de fato, rico. Compre vestes brancas para se vestir, a fim de que a vergonha de sua nudez não fique evidente, e colírio para ungir os olhos, a fim de que você possa ver.</J>

Por Apocalipse, Novo Testamento

Meu coração não funciona. Ele veio com defeito de fábrica e não aceitam devoluções.

Por Coração Marcado (série)

Gênesis, GN, 49:24, O seu arco, porém, permanece firme, e os seus braços são feitos ativos pelas mãos do Poderoso de Jacó, sim, pelo Pastor e pela Pedra de Israel,

Por Gênesis, Antigo Testamento

I/ ABISMO OLHO O TEJO, e de tal arte Que me esquece olhar olhando, E súbito isto me bate De encontro ao devaneando - O que é ser-rio, e correr? O que é está-lo eu a ver? Sinto de repente pouco, Vácuo, o momento, o lugar. Tudo de repente é oco - Mesmo o meu estar a pensar. Tudo - eu e o mundo em redor - Fica mais que exterior. Perde tudo o ser, ficar, E do pensar se me some. Fico sem poder ligar Ser, idéia, alma de nome A mim, à terra e aos céus... E súbito encontro Deus. II/ PASSOU Passou, fora de Quando, De Porquê, e de Passando..., Turbilhão de Ignorado, Sem ter turbilhonado..., Vasto por fora do Vasto Sem ser, que a si se assombra... O Universo é o seu rasto... Deus é a sua sombra... III/ A VOZ DE DEUS Brilha uma voz na noute... De dentro de Fora ouvi-a... Ó Universo, eu sou-te... Oh, o horror da alegria Deste pavor, do archote Se apagar, que me guia! Cinzas de idéia e de nome Em mim, e a voz: Ó mundo, Sermente em ti eu sou-me... Mero eco de mim, me inundo De ondas de negro lume Em que para Deus me afundo. IV/ A QUEDA Da minha idéia do mundo Caí... Vácuo além de profundo, Sem ter Eu nem Ali... Vácuo sem si-próprio, caos De ser pensado como ser... Escada absoluta sem degraus... Visão que se não pode ver... Além-Deus! Além-Deus! Negra calma... Clarão de Desconhecido... Tudo tem outro sentido, ó alma, Mesmo o ter-um-sentido... V/ BRAÇO SEM CORPO BRANDINDO UM GLÁDIO ( Entre a árvore e o vê-la ) Entre a árvore e o vê-la Onde está o sonho? Que arco da ponte mais vela Deus?... E eu fico tristonho Por não saber se a curva da ponte É a curva do horizonte... Entre o que vive e a vida Pra que lado corre o rio? Árvore de folhas vestida - Entre isso e Árvore há fio? Pombas voando - o pombal Está-lhes sempre à direita, ou é real? Deus é um grande Intervalo, Mas entre quê e quê?... Entre o que digo e o que calo Existo? Quem é que me vê? Erro-me... E o pombal elevado Está em torno na pomba, ou de lado? [1913?]

Por Fernando Pessoa

⁠Deus sempre abre caminhos para homens de oração. Teologia Arminiana

Por David Wilkerson

Marcos, MC, 15:30, Salve a si mesmo, descendo da cruz!

Por Marcos, Novo Testamento