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Isaías, IS, 50:11, Todos vocês que acendem fogo e se armam com flechas incendiárias, andem entre as labaredas do fogo de vocês e entre as flechas que vocês acenderam! De mim lhes sobrevirá isto: vocês se deitarão em tormentos.
Por Isaías, Antigo TestamentoFicou ali sentada, os olhos fechados, e quase acreditou estar no País das Maravilhas, embora soubesse que bastaria abri-los e tudo se transformaria em insípida realidade…
Por Alice no País das MaravilhasÊxodo, EX, 31:14, Portanto, guardem o sábado, porque é santo para vocês. Aquele que o profanar morrerá; quem nesse dia fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo.
Por Êxodo, Antigo TestamentoA alegria é um instante de potência de vida, um achado que, se vivido intensamente, jamais será perdido, porque, depois que equivoca o tempo, a alegria expande o instante.
Por Aurê AguiarII Samuel, 2SM, 2:29, Abner e seus homens marcharam toda aquela noite pela planície. Passaram o Jordão e, caminhando toda a manhã, chegaram a Maanaim.
Por II Samuel, Antigo TestamentoHá uma certa responsabilidade que se acumulou sobre mim quando obtive esta posição inesperada.
Por Bill GatesUma pequena quantidade de inquietação vai acabar ocupando todo o nosso espaço de inquietação. A sua é tão ruim quanto a dos outros, que têm causas obviamente mais graves.
Por Irvin D. YalomTrust in me baby, trust in me, baby Trust in my love, in my heart. Keep the faith, baby, keep the faith in me, dear, in my arms, in my love Don't turn your face away from me, dear, oh you leave a lost girl Oh, don't turn your love away, no no no no no no no You gotta believe in me, baby, yeah, trust me dear, oh. (Confie em mim, querida, confie em mim, querida Confie no meu amor, no meu coração. Mantenha a fé, querida, mantenha a fé em mim, querida, em meus braços, em meu amor Não vire o rosto para longe de mim, querida, oh, você deixa uma garota perdida Oh, não afaste seu amor, não, não, não, não, não, não Você precisa acreditar em mim, querida, sim, confie em mim, oh.)
Por Janis JoplinO arranco da morte Pesa-me a vida já. Força de bronze Os desmaiados braços me pendura. Ah! já não pode o espírito cansado Sustentar a matéria. Eu morro, eu morro. A matutina brisa Já não me arranca um riso. A rósea tarde Já não me doura as descoradas faces Que gélidas se encovam. O noturno crepúsculo caindo Só não me lembra o escurecido bosque, Onde me espera, a meditar prazeres, A bela que eu amava. A meia-noite já não traz-me em sonhos As formas dela - desejosa e lânguida - Ao pé do leito, recostada em cheio Sobre meus braços ávidos. A cada instante o coração vencido Diminui um palpite; o sangue, o sangue, Que nas artérias férvido corria, Arroxa-se e congela. Ah! é chegada a minha hora extrema! Vai meu corpo dissolver-se em cinza; Já não podia sustentar mais tempo O espírito tão puro. É uma cena inteiramente nova. Como será? - Como um prazer tão belo, Estranho e peregrino, e raro e doce, Vem assaltar-me todo! E pelos imos ossos me refoge Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre! O corpo que foi meu! que lodo impuro! Caiu, uniu-se à terra.
Por Junqueira Freire