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Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso.

Por Fernando Pessoa

Lamentações de Jeremias, LM, 2:20, Vê, ó Senhor, e considera a quem trataste assim! Será que as mulheres deviam comer o fruto de si mesmas, as crianças que elas tanto amam? Ou será que os sacerdotes e profetas deviam ser mortos no santuário do Senhor? Chim -

Por Lamentações de Jeremias, Antigo Testamento

O meticuloso exercício da escrita pode ser a nossa salvação.

Por Isabel Allende

Gênesis, GN, 49:32, O campo e a caverna que nele está foram comprados dos filhos de Hete.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Êxodo, EX, 26:20, Também haverá vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo, para o lado norte,

Por Êxodo, Antigo Testamento

Você foi a minha vida Holly, mas eu sou apenas um capítulo da sua, haverá mais eu prometo portanto aqui vai o meu grande conselho: não tenha medo de se apaixonar de novo, fique atenta àquele sinal de que não haverá mais nada igual. P.S. Eu sempre vou te amar. (P.S. Eu Te Amo)

Por Cecelia Ahern

São dez as qualidades que formam a base do sucesso da guerra de três grandes comandantes da história: Alexandre, Aníbal e César. As nove primeiras são: ambição, julgamento, liderança, audácia, agilidade, infraestrutura, estratégia, terror e estilo. A décima é diferente, pois é algo que acontece com um comandante em vez de algo que ele possui - a qualidade da Divina Providência. AMBIÇÃO: os gregos utilizam a palavra "philotmia" como a ambição. Literalmente, significa "amor pela honra". Uma outra palavra "megalopsychia", cujo significado é "grandeza da alma", refere-se a um impulso apaixonado para conseguir grandes feitos e ser recompensado com suprema honra. JULGAMENTO: Bom julgamento, guiado por educação, intuição e experiência, define o sucesso destes três comandantes. Eram muito inteligentes, mas cada um tinha algo mais - uma qualidade conhecida como intuição estratégica. LIDERANÇA: eram decididos, vigorosos e seguros. Tinham equipes que podiam ser consultadas - e que, frequentemente, prevaleciam sobre a opinião deles. Apelavam aos seus seguidores não apenas como conquistadores ou chefes, mas também como homens. Não que os comandantes apostassem na amizade para dirigir seus exércitos - longe disso. Atores habilidosos, eles podiam colocar fogo em seus exércitos ou extinguir a paixão deles. Eram mestres das recompensas e punições. AUDÁCIA: A honra estava no coração de seu caráter. Coragem era o sangue vermelho em suas veias. Mas a virtude do guerreiro que melhor personifica Alexandre, Aníbal e César é a audácia. Porque amavam a honra, amavam o perigo. Passavam pelos mesmos riscos de seus homens e, por isto, ganhavam o coração deles. AGILIDADE: eram soldados que enfrentavam o que fosse. Ou pelo menos, quase tudo: gostavam de mudanças no campo de batalha. Quando as condições de combate mudavam, eles se reorganizavam. Velocidade era o lema deles, enquanto mobilidade, uma marca registrada. Viajavam com poucas coisas, não mais que uma carroça de suprimentos. Eram mestres da multitarefa. Como guerreiros ágeis, nem sempre eram bons políticos: GUERRA É CLAREZA; POLÍTICA É FRUSTRAÇÃO. INFRAESTRUTURA: ganhar uma guerra, manter um Exército vitorioso tem certas exigências: armas, armaduras, barcos, comida, dinheiro, muito dinheiro. Entretanto, uma coisa o dinheiro não pode comprar: a sinergia. Não pode comprar uma força armada combinada (infantaria leve e pesada, cavalaria junto com engenheiros) que esteja treinada para lutar em conjunto como um todo coerente - e unida com seu líder. Estes grandes comandantes foram capazes de construir isto sozinhos. ESTRATÉGIA: em seu sentido original da Grécia, a estratégia se refere a tudo relacionado com as tarefas do general, de táticas de batalha à arte das operações (unir batalhas para alcançar um objetivo maior) até estratégia da guerra (como ganhar uma guerra). Pode-se acrescentar a isto, aquilo que se chama de GRANDE ESTRATÉGIA: o objetivo político mais amplo que serve a uma guerra. Grandes comandantes devem dominar todos eles. Todos estes três grandes comandantes possuíam uma estratégia: Alexandre queria conquistar o império Persa; Aníbal, destruir o poder de Roma; César, conseguir a supremacia política. TERROR: estavam dispostos a cometer as maiores atrocidades e todos sabiam disto. Logo, seus inimigos os temiam com grande terror. ESTILO: todos iam para guerra com grandes ambições, logo, precisavam de grandes causas e símbolos claros. Todos eram camaleões. Nenhum era homem do povo, mas todos eram populistas. DIVINA PROVIDÊNCIA: Napoleão queria generais que não fossem bons, mas também tivessem sorte. Para o sucesso na guerra, sempre a Divina Providência foi essencial. Apesar de todo o planejamento, por mais bem feito que tenha sido, a Divina Providência acaba influenciando em questões decisivas. Como diz o ditado: "o homem planeja, Deus ri". MESTRES DO COMANDO - ALEXANDRE, ANÍBAL, CÉSAR E OS GÊNIOS DA LIDERANÇA - BARRY STRAUSS

Por Barry Strauss

Ezequiel, EZ, 13:15, Assim, cumprirei o meu furor contra a parede e contra os que a cobriram com cal. E direi a vocês: ´Já não existe parede, como também não existem aqueles que a cobriram de cal,

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Mateus, MT, 16:16, Respondendo, Simão Pedro disse: - O senhor é o Cristo, o Filho do Deus vivo.

Por Mateus, Novo Testamento

Madeira e lascas Não quero falar das vespas, pois são fáceis de reconhecer. Nem as revoluções correntes são perigosas. A morte na sequência do ruído foi desde sempre decidida. Preocupe-se, sim, com as efemérides E as mulheres, com os caçadores de domingo, os cosmetólogos, os indecisos, os bem-intencionados, com os jamais atingidos pelo desdém. Das florestas carregamos gravetos e troncos, e o sol demorou a brilhar para nós. Em êxtase com o papel na linha de montagem não reconheço os galhos, nem o musgo, fervido em tintas mais escuras, nem a palavra, talhada em córtices, real e atrevida. Usura de folhas, letreiros, cartazes negros… De dia e de noite estremece, sob estas e outras estrelas, a máquina da fé. Mas na madeira, enquanto ainda está verde, e com a bílis, enquanto ainda está amarga, sigo disposta a escrever o que era no início! Tratem de ficar acordados! A marca das lascas que esvoaçaram avança com o enxame de vespas, e na fonte arrepiam-se face à tentação, que primeiro nos enfraquecia, os cabelos.

Por Ingeborg Bachmann