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Tens o dom de ver estradas Onde eu vejo o fim Me convences quando falas Não é bem assim Se me esqueço, me recordas Se não sei, me ensinas E se perco a direção Vens me encontrar Tens o dom de ouvir segredos Mesmo se me calo E se falo me escutas Queres compreender Se pela força da distância Tu te ausentas Pelo poder que há na saudade Voltarás Quando a solidão doeu em mim Quando meu passado não passou por mim Quando eu não soube compreender a vida Tu vieste compreender por mim Quando os meus olhos não podiam ver Tua mão segura me ajudou a andar Quando eu não tinha mais amor no peito Teu amor me ajudou a amar Quando o meu sonho vi desmoronar Me trouxeste outros pra recomeçar Quando me esqueci que era alguém na vida Teu amor veio me relembrar Que Deus me ama, que não estou só Que Deus cuida de mim Quando fala pela tua voz Que me diz: Coragem Que Deus me ama, que não estou só Que Deus cuida de mim Quando fala pela tua voz Que me diz: Coragem
Por Padre Fábio de MeloRomanos, RM, 3:31, Anulamos, então, a lei por meio da fé? De modo nenhum! Pelo contrário, confirmamos a lei.
Por Romanos, Novo TestamentoQuando uma mulher se torna sua própria melhor amiga, a vida fica mais fácil.
Por Diane Von FurstenbergSe te queres matar Se te queres matar, porque não te queres matar? Ah, aproveita! que eu, que tanto amo a morte e a vida, Se ousasse matar-me, também me mataria... Ah, se ousares, ousa! De que te serve o quadro sucessivo das imagens externas A que chamamos o mundo? A cinematografia das horas representadas Por actores de convenções e poses determinadas, O circo polícromo do nosso dinamismo sem fim? De que te serve o teu mundo interior que desconheces? Talvez, matando-te, o conheças finalmente... Talvez, acabando, comeces... E de qualquer forma, se te cansa seres, Ah, cansa-te nobremente, E não cantes, como eu, a vida por bebedeira, Não saúdes como eu a morte em literatura! Fazes falta? Ó sombra fútil chamada gente! Ninguém faz falta; não fazes falta a ninguém... Sem ti correrá tudo sem ti. Talvez seja pior para outros existires que matares-te... Talvez peses mais durando, que deixando de durar... A mágoa dos outros?... Tens remorso adiantado De que te chorem? Descansa: pouco te chorarão... O impulso vital apaga as lágrimas pouco a pouco, Quando não são de coisas nossas, Quando são do que acontece aos outros, sobretudo a morte, Porque é a coisa depois da qual nada acontece aos outros... Primeiro é a angústia, a surpresa da vinda Do mistério e da falta da tua vida falada... Depois o horror do caixão visível e material, E os homens de preto que exercem a profissão de estar ali. Depois a família a velar, inconsolável e contando anedotas, Lamentando a pena de teres morrido, E tu mera causa ocasional daquela carpidação, Tu verdadeiramente morto, muito mais morto que calculas... Muito mais morto aqui que calculas, Mesmo que estejas muito mais vivo além... Depois a trágica retirada para o jazigo ou a cova, E depois o princípio da morte da tua memória. Há primeiro em todos um alívio Da tragédia um pouco maçadora de teres morrido... Depois a conversa aligeira-se quotidianamente, E a vida de todos os dias retoma o seu dia... Depois, lentamente esqueceste. Só és lembrado em duas datas, aniversariamente: Quando faz anos que nasceste, quando faz anos que morreste; Mais nada, mais nada, absolutamente mais nada. Duas vezes no ano pensam em ti. Duas vezes no ano suspiram por ti os que te amaram, E uma ou outra vez suspiram se por acaso se fala em ti. Encara-te a frio, e encara a frio o que somos... Se queres matar-te, mata-te... Não tenhas escrúpulos morais, receios de inteligência!... Que escrúpulos ou receios tem a mecânica da vida? Que escrúpulos químicos tem o impulso que gera As seivas, e a circulação do sangue, e o amor? Que memória dos outros tem o ritmo alegre da vida? Ah, pobre vaidade de carne e osso chamada homem. Não vês que não tens importância absolutamente nenhuma? És importante para ti, porque é a ti que te sentes. És tudo para ti, porque para ti és o universo, E o próprio universo e os outros Satélites da tua subjectividade objectiva. És importante para ti porque só tu és importante para ti. E se és assim, ó mito, não serão os outros assim? Tens, como Hamlet, o pavor do desconhecido? Mas o que é conhecido? O que é que tu conheces, Para que chames desconhecido a qualquer coisa em especial? Tens, como Falstaff, o amor gorduroso da vida? Se assim a amas materialmente, ama-a ainda mais materialmente: Torna-te parte carnal da terra e das coisas! Dispersa-te, sistema físico-químico De células nocturnamente conscientes Pela nocturna consciência da inconsciência dos corpos, Pelo grande cobertor não-cobrindo-nada das aparências, Pela relva e a erva da proliferação dos seres, Pela névoa atómica das coisas, Pelas paredes turbilhonantes Do vácuo dinâmico do mundo...
Por Álvaro de CamposI Reis, 1RS, 14:19, Quanto aos demais atos de Jeroboão, como guerreou e como reinou, está tudo escrito no Livro da História dos Reis de Israel.
Por I Reis, Antigo TestamentoJó, JÓ, 41:16, A tal ponto uma se junta à outra, que entre elas não passa nem o ar.
Por Jó, Antigo TestamentoPessoas poderosas iniciam a fala com mais frequência, falam mais de forma geral e fazem mais contato visual durante a fala do que pessoas sem poder. Quando nos sentimos poderosos, falamos mais devagar e levamos mais tempo. Não nos apressamos. Não temos medo de fazer uma pausa Nós nos sentimos no direito do tempo que estamos usando.
Por Amy Cuddy