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Gênesis, GN, 39:15, Quando ele ouviu que eu levantava a voz e gritava, deixou a roupa ao meu lado e saiu, fugindo para fora.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Isaías, IS, 52:5, Agora, que farei eu aqui, diz o Senhor, pois o meu povo foi levado por nada? Os seus opressores dão uivos, diz o Senhor, e o meu nome é blasfemado todo o dia, sem cessar.

Por Isaías, Antigo Testamento

Neemias, NE, 11:9, Joel, filho de Zicri, superintendente deles; e Judá, filho de Senua, o segundo sobre a cidade.

Por Neemias, Antigo Testamento

Não espere que os outros confiem em você se sabe que pode trair essa confiança. Trabalhe seu caráter antes de trabalhar seus relacionamentos.

Por John C. Maxwell

Cuidado com a fúria de um homem paciente.

Por John Dryden

Quando uma pessoa sorri na foto, o sorriso fica ali para a vida toda, indiferente ao que acontece na realidade, que às vezes não nos convida a sorrir.

Por Dunya Mikhail

Somos nós que fazemos a vida Como der, ou puder, ou quiser.

Por Gonzaguinha

LEMA DO PSICODRAMA Um Encontro de dois: olhos nos olhos, face a face. E quando estiveres perto, arrancar-te-ei os olhos e colocá-los-ei no lugar dos meus; E arrancarei meus olhos para colocá-los no lugar dos teus; Então ver-te-ei com os teus olhos e tu ver-me-ás com os meus.

Por Jacob Levy Moreno

DÁ-ME A VERDADE:dou-te a vida. A vida esquece como a água PASSA, E é coisa morta a coisa que é esquecida. Dá-me a verdade! Como o que nunca foi, a vida esvoaça. Ter o que é certo nas incertas mãos! Saber bem o que nunca pode ser! Tudo isto nos faz ermos e irmãos No nada que nós somos. Dá-me poder sentir, saber querer! Instante inútil entre ser e estar, Momento vácuo entre sonhar ou não, Tudo isto pode ser e não ficar. Dá-me a verdade! Mas deixa-me a mentira ao coração! (Fernando Pessoa)

Por Fernando Pessoa

Beija-flores Os beija-flores, em festa, Com o sol, com a luz, com os rumores, Saem da verde floresta, Como um punhado de flores. E abrindo as asas formosas, As asas aurifulgentes, Feitas de opalas ardentes Com coloridos de rosas, Os beija-flores, em bando, Boêmios enfeitiçados, Vão como beijos voando Por sobre os virentes prados; Sobem às altas colinas, Descem aos vales formosos, E espraiam-se após ruidosos Pela extensão das campinas. Depois, sussurrando a flux Dos cactos ensanguentados, Bailam nos prismas da luz, De solto pólen dourados. Ah! como a orquídea estremece Ao ver que um deles, mais vivo, Até seu gérmen lascivo Mergulha, interna-se, desce... E não haver uma rosa De tantas, uma açucena, Uma violeta piedosa, Que quando a morte sem pena Um destes seres fulmina, Abra-se em férvido enleio, Como a alma de uma menina, Para guardá-lo no seio!

Por Alberto de Oliveira