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Mateus, MT, 23:15, <J> - Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas, porque vocês percorrem o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornam filho do inferno duas vezes mais do que vocês!</J>
Por Mateus, Novo TestamentoIsaías, IS, 58:3, dizendo: ´Por que jejuamos, se tu nem notas? Por que nos humilhamos, se tu não levas isso em conta?` Acontece que, no dia em que jejuam, vocês cuidam dos seus próprios interesses e oprimem os seus trabalhadores.
Por Isaías, Antigo TestamentoI Reis, 1RS, 15:24, Asa morreu e foi sepultado na Cidade de Davi, seu pai. E Josafá, seu filho, reinou em seu lugar.
Por I Reis, Antigo TestamentoRondó da Liberdade É preciso não ter medo, é preciso ter a coragem de dizer. Há os que têm vocação para escravo, mas há os escravos que se revoltam contra a escravidão. Não ficar de joelhos, que não é racional renunciar a ser livre. Mesmo os escravos por vocação devem ser obrigados a ser livres, quando as algemas forem quebradas. É preciso não ter medo, é preciso ter a coragem de dizer. O homem deve ser livre... O amor é que não se detém ante nenhum obstáculo, e pode mesmo existir quando não se é livre. E no entanto ele é em si mesmo a expressão mais elevada do que houver de mais livre em todas as gamas do humano sentimento. É preciso não ter medo, é preciso ter a coragem de dizer.
Por Carlos MarighellaAtos, AT, 22:13, veio procurar-me e, chegando perto de mim, disse: ´Irmão Saulo, recupere a visão!` Nessa mesma hora, recuperei a visão e olhei para ele.
Por Atos, Novo TestamentoEle está cheio de desejo. Desejo e medo. Ele não sabe o que deseja e não admite seu medo. Mas sente os dois com uma força a ponto de estrangular.
Por Katherine ArdenSalmos, SL, 106:40, Por isso, acendeu-se a ira do Senhor contra o seu povo, e ele abominou a sua própria herança
Por Salmos, Antigo TestamentoNever More I Não te perdoo, não, meus tristes olhos Não mais hei de fitar nos teus, sorrindo: Jamais minh’alma sobre um mar de escolhos Há de chamar por ti no anseio infindo. Jamais, jamais, nos delicados folhos Do coração como n’um ramo lindo, Há de cantar teu nome entre os abrolhos A ária gentil de meu sonhar já findo. Não te perdoo, não! E em tardes claras, Cheias de sonhos e delícias raras, Quando eu passar à hora do Sol posto: Não rias para mim que sofro e penso, Deixa-me só neste deserto imenso... Ah! se eu pudesse nunca ver teu rosto! II Ah! se eu pudesse nunca ver teu rosto! E nem sequer o som de tua fala Ouvir de manso à hora do Sol posto Quando a Tristeza já do Céu resvala! Talvez assim o fúnebre desgosto Que eternamente a alma me avassala Se transformasse n’um luar de Agosto, Sonho perene que a Ventura embala. Talvez o riso me voltasse à boca E se extinguisse essa amargura louca De tanta dor que a minha vida junca… E, então, os dias de prazer voltassem E nunca mais os olhos meus chorassem... Ah! se eu pudesse nunca ver-te, nunca!
Por Auta de Souza