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Foi numa noite de carnaval Eu me perdi na rua Eu quero saber seu nome Coisa que estranha Que me dá
Por Julia MestreSalmos, SL, 71:11, dizendo: ´Deus o abandonou. Persigam-no e prendam-no, pois não há quem o possa livrar.`
Por Salmos, Antigo TestamentoMarcos, MC, 9:32, Eles, porém, não compreendiam isto e tinham medo de perguntar.
Por Marcos, Novo TestamentoNão é a liderança, nem o valor, nem o companheirismo onde se resumem os relacionamentos, o elemento mais essencial para isto chama-se confiança.
Por John C. MaxwellBoas pessoas não precisam de leis para obrigá-las a agir responsavelmente, enquanto as pessoas ruins encontrarão um modo de contornar as leis.
Por PlatãoPra que se lamentar Se em tua vida pode encontrar Quem te ame com toda força e ardor Assim sucumbirá a dor
Por Grupo RevelaçãoProvérbios, PV, 20:25, É uma armadilha dizer precipitadamente: ´Isto é santo!`, e só refletir depois de fazer o voto.
Por Provérbios, Antigo TestamentoEu não consigo viver sem você. Se eu te perder, será o mesmo que perder tudo.
Por Cinderela e os Quatro CavaleirosCanção do Tamoio I Não chores, meu filho; Não chores, que a vida É luta renhida: Viver é lutar. A vida é combate, Que os fracos abate, Que os fortes, os bravos Só pode exaltar. II Um dia vivemos! E o homem que é forte Não teme da morte; Só teme fugir; No arco que entesa Tem certa uma presa, Quer seja tapuia, Condor ou tapir. III O forte, o cobarde Seus feitos inveja De o ver na peleja Garboso e feroz; E os tímidos velhos Nos graves concelhos, Curvadas as frontes, Escutam-lhe a voz! IV Domina, se vive; Se morre, descansa Dos seus na lembrança, Na voz do porvir. Não cures da vida! Sê bravo, sê forte! Não fujas da morte, Que a morte há de vir! V E pois que és meu filho, Meus brios reveste; Tamoio nasceste, Valente serás. Sê duro guerreiro, Robusto, fragueiro, Brasão dos tamoios Na guerra e na paz. VI Teu grito de guerra Retumbe aos ouvidos D'imigos transidos Por vil comoção; E tremam d'ouvi-lo Pior que o sibilo Das setas ligeiras, Pior que o trovão. VII E a mãe nessas tabas, Querendo calados Os filhos criados Na lei do terror; Teu nome lhes diga, Que a gente inimiga Talvez não escute Sem pranto, sem dor! VIII Porém se a fortuna, Traindo teus passos, Te arroja nos laços Do inimigo falaz! Na última hora Teus feitos memora, Tranqüilo nos gestos, Impávido, audaz. IX E cai como o tronco Do raio tocado, Partido, rojado Por larga extensão; Assim morre o forte! No passo da morte Triunfa, conquista Mais alto brasão. X As armas ensaia, Penetra na vida: Pesada ou querida, Viver é lutar. Se o duro combate Os fracos abate, Aos fortes, aos bravos, Só pode exaltar.
Por Gonçalves Dias