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Salmos, SL, 89:34, Não violarei a minha aliança, nem modificarei o que os meus lábios prometeram.`

Por Salmos, Antigo Testamento

Não tenho mais idadepara implorarporamizade. Agradeço aqueles que são, valorizo os que ficaram e desejo muitíssima sorte para todos aqueles que se foram.

Por Felipe Rocha (Tipo Bilhete)

⁠Vou tirar meu povo da escravidão, Senhor.

Por Cicely Tyson

Lutei contra o inimaginável em defesa desse mundo. (...) Mas, em todas as ameaças que enfrentei, eu sabia que não estava só.

Por Invencível (série)

Romanos, RM, 6:7, Pois quem morreu está justificado do pecado.

Por Romanos, Novo Testamento

É evidentemente muito duro já não ser amado quando ainda se ama, mas pior do que isso é sê-lo quando não se ama mais.

Por Georges Courteline

Sim, minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas, nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.

Por Clarice Lispector

Quando você está dentro de um problema não pode ver tudo com clareza. Você nunca será curado no lugar em que adoeceu. Se precisa de um tempo o primeiro passo quem precisa dar é você: saia e respire fundo.

Por Vida Erin Zurich

Antes de dar comida a um mendigo, dá-lhe uma vara e ensina-lhe a pescar.

Por Provérbio Chinês

Quero dizer que te amo só de amor. Sem idéias, palavras, pensamentos. Quero fazer que te amo só de amor. Com sentimentos, sentidos, emoções. Quero curtir que te amo só de amor. Olho no olho, cara a cara, corpo a corpo. Quero querer que te amo só de amor. São sombras as palavras no papel. Claro-escuros projetados pelo amor, dos delírios e dos mistérios do prazer. Apenas sombras as palavras no papel. Ser-não-ser refratados pelo amor no sexo e nos sonhos dos amantes. Fátuas sombras as palavras no papel. Meu amor te escrevo feito um poema de carne, sangue, nervos e sêmen. São versos que pulsam, gemem e fecundam. Meu poema se encanta feito o amor dos bichos livres às urgências dos cios e que jogam, brincam, cantam e dançam fazendo o amor como faço o poema. Quero da vida as claras superfícies onde terminam e começam meus amores. Eu te sinto na pele, não no coração. Quero do amor as tenras superfícies onde a vida é lírica porque telúrica, onde sou épico porque ébrio e lúbrico. Quero genitais todas as nossas superfícies. Não há limites para o prazer, meu grande amor, mas virá sempre antes, não depois da excitação. Meu grande amor, o infinito é um recomeço. Não há limites para se viver um grande amor. Mas só te amo porque me dás o gozo e não gozo mais porque eu te amo. Não há limites para o fim de um grande amor. Nossa nudez, juntos, não se completa nunca, mesmo quando se tornam quentes e congestionadas, úmidas e latejantes todas as nossas mucosas. A nudez a dois não acontece nunca, porque nos vestimos um com o corpo do outro, para inventar deuses na solidão do nós. Por isso, a nudez, no amor, não satisfaz nunca. Porque eu te amo, tu não precisas de mim. Porque tu me amas, eu não preciso de ti. No amor, jamais nos deixamos completar. Somos, um para o outro, deliciosamente desnecessários. O amor é tanto, não quanto. Amar é enquanto, portanto. Ponto.

Por Roberto Freire