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Uma mulher nua seria menos perigosa do que é uma saia habilmente exibida, que cobre tudo e, ao mesmo tempo, deixa tudo à vista.

Por Honoré de Balzac

Atos, AT, 2:40, Com muitas outras palavras deu testemunho e exortava-os, dizendo: - Salvem-se desta geração perversa.

Por Atos, Novo Testamento

Eu ouço música quando estou passando por um momento difícil ou quando não quero pensar em nada. Espero que a nossa música possa ter o mesmo efeito em muitas outras pessoas.

Por Jisoo

Provérbios, PV, 23:3, Não cobice os pratos deliciosos que ele serve, porque essa comida é enganadora. - 7 -

Por Provérbios, Antigo Testamento

Naum, NA, 2:12, O leão arrebatava o bastante para os seus filhotes, estrangulava a presa para as suas leoas, e enchia de vítimas as suas cavernas, e os seus covis, de rapina.

Por Naum, Antigo Testamento

Tenho sentido vontade de ligar para você quase de minuto em minuto.

Por Augustus Waters

"Deus me livre de gente que não entende que a beleza está na essência, que a melhor riqueza é a da alma e que as experiências amadurecem. Gente que não sabe o valor do abraço que acolhe e da mão que aceita, da música que embala, do colo que serve de descanso. Gente que pensa que as coisas não mudam. Elas mudam continuamente. Gente que usa da vaidade que deturpa, do orgulho que afasta. Precisamos de gente que acredita na fé que fortalece e no amor que abastece, faz rir, distrai, enrosca, toca, cura, salva e tem a chance de ser maior do que a gente pensa. É essa gente que, sutil ou não, faz a diferença."

Por Ita Portugal

Mateus, MT, 21:31, <J>Qual dos dois fez a vontade do pai?</J> Eles responderam: - O primeiro. Então Jesus disse: <J> - Em verdade lhes digo que os publicanos e as prostitutas estão entrando no Reino de Deus primeiro que vocês.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

II Crônicas, 2CR, 7:19, - Porém, se vocês se afastarem de mim e abandonarem os meus estatutos e os meus mandamentos, que eu lhes prescrevi, e se servirem outros deuses e os adorarem,

Por II Crônicas, Antigo Testamento

EU SEI, MAS NÃO DEVIA A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora, a tomar café correndo porque está atrasado. A gente se acostuma a ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo na viagem, a comer sanduíches porque não tem tempo para almoçar. A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios, a ligar a televisão e assistir comerciais. A gente se acostuma a lutar para ganhar dinheiro, a ganhar menos do que precisa e a pagar mais do que as coisas valem. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não a das janelas ao redor. A gente se acostuma a não abrir de todo as cortinas, e a medida que se acostuma, esquece o sol, o ar, a amplidão. A gente se acostuma à poluição, à luz artificial de ligeiro tremor, ao choque que os olhos levam com a luz natural. A gente se acostuma às bactérias da água potável, à morte lenta dos rios, à contaminação da água do mar. A gente se acostuma à violência, e aceitando a violência, que haja número para os mortos. E, aceitando os números, aceita não haver a paz. A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza para preservar a pele. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde por si mesma. A gente se acostuma, eu sei, mas não devia.

Por Marina Colasanti