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Quero Te Ver Sofrendo Pare de brincar com o meu coração Não ve que desse jeito não é bom pra mim Não pense que você me tem em suas mãos Me use pra ir embora me deixando aqui Tô caindo fora Você não merece todo o amor que eu te dei Você me ignora Mas a solidão te mostrará o preço alto que eu paguei No amor não sou aluno Pode acreditar Eu aprendi jogar seu jogo Pra te machucar Você vai sentir na pele Todo mal que você me fez Quero te ver sofrendo e sei que não vai demorar Você fez tudo que podia pra me ver chorar Você já não me conhece Eu mudei pra me vingar
Por Henrique e JulianoÊxodo, EX, 6:18, Os filhos de Coate: Anrão, Isar, Hebrom e Uziel; e os anos da vida de Coate foram cento e trinta e três.
Por Êxodo, Antigo TestamentoMeu coração é lugar de claridade, verdade, afeto. É chão firme onde já se regou muita saudade. Meu coração é terra fértil, onde se cultiva o bem, onde brota amor, alegrias, sinceridade. Meu coração aprendeu a valorizar o simples, agregar pessoas, a doar sorrisos, a motivar a Vida. Meu coração me ensinou, que amor se multiplica, se divide com a mesma intensidade...sem perder a força, sem esconder a verdade. O amor nos une, nos transforma, nos ensina, nos acolhe. Por mais amor, inspiro que a vida hoje se renove!
Por Lanna BorgesA liberdade do homem na sociedade não deve estar edificada sob qualquer poder legislativo exceto aquele estabelecido por consentimento na comunidade civil; nem sob o domínio de qualquer vontade ou constrangimento por qualquer lei, salvo o que o legislativo decretar, de acordo com a confiança nele depositada.
Por John Locke"I believe in pink. I believe that laughing is the best calorie burner. I believe in kissing, kissing a lot. I believe in being strong when everything seems to be going wrong. I believe that happy girls are the prettiest girls. I believe that tomorrow is another day and I believe in miracles."
Por Audrey HepburnA Grande Manchete Aproxima-se a hora da manchete. O PETRÓLEO ACABOU. Acabaram as alucinações os crimes, os romances as guerras do petróleo. O mundo fica livre do pesadelo institucionalizado. Atiradores ao lixo motores de combustão interna e lataria colorida, o Museu da Sucata exibe o derradeiro carro carrasco. Tem etiqueta de remorso: “Cansei a humanidade”. Ruas voltam a existir para o homem e as alegrias de estar-junto. A poluição perdeu seu aliado fidelíssimo. A pressa acabou. Acabou, pessoal! o congestionamento, o palavrão, a neurose coletiva. A morte violenta entre ferragens com seu véu de óleo e chamas acabou. Milhões de arvores meninas irrompem do asfalto e da consciência em carnaval de sol. Dão sombras grátis ao papo dos amigos, à doçura do ócio no intervalo do batente, do amor antes aprisionado sob o capô ou esmigalhado pelas rodas, â vida de mil formas naturais. Pessoas, animais, confraternizam: Milagre! Dura 5 (?) minutos a festa da natureza com a cidade. Irrompem formas eletrônicas implacáveis, engenhos teleguiados catapúlticos de máximo poder ofensivo e reconquistam o espaço em que a vida bailava. Recomeça o problema de viver na cidade-problema? De que valeu cantar o fim da gasolina de alta octanagem? Enquanto não vem a formidável manchete vamos curtindo outras manchetinhas a varejo. Vamos curtindo a visão do caos e do extermínio na rua, na foto, no sono atormentado: Mas 400 carros por dia nas pistas que encolhem, encolhem, são apenas enfumaçadas fita de rangidos. Mais loucura, mais palavrão e mais desastre. E lemos Ralph Nader: a cada 10 minutos morre uma pessoa em acidente de carro; a cada 15 segundos sai alguém ferido na pátria industrial dos automóveis. Vamos imitá-la? Vamos vencê-la em desafio de quem mata mais e morre mais? Ou vamos ficar apenas engarrafados sem garrafa no ar poluído e constelado de placa, de sinais que assinalam o grande entupimento? Perguntas estas são mensagem também ela espremida na garrafa que bóia no alto-mar de ondas surdas e cegas à espera do futuro que as responda.
Por Carlos Drummond de AndradeII Samuel, 2SM, 6:5, Davi e toda a casa de Israel se alegravam diante do Senhor, com todo tipo de instrumentos de madeira de faia, com harpas, liras, tamborins, pandeiros e címbalos.
Por II Samuel, Antigo TestamentoÀs vezes, penso que isso é só umas brisa minha Mas quando penso em você A mão junta com a caneta e a letra se escreve sozinha
Por Kawe