Veja outros textos inspiradores!

Esdras, ED, 10:29, Dos filhos de Bani: Mesulão, Maluque, Adaías, Jasube, Seal e Jerimote.

Por Esdras, Antigo Testamento

Cada dia em que ainda estou na Terra ainda é um bom dia.

Por George Burns

Gênesis, GN, 34:12, Aumentem em muito o dote de casamento e as dádivas, e darei o que me pedirem; deem-me, porém, a moça por esposa.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Por Adriana Falcão

⁠Quando você tiver eliminado o impossível, o que restar, por mais improvável que seja, deve ser a verdade. (Shinichi Kudo)

Por Detective Conan

Eu toquei minha vida. Você também. Seguimos caminhos diferentes por muitos anos. Fizemos nossas escolhas.

Por De Repente 30

O sofrimento muitas vezes prepara uma pessoa comum para um destino extraordinário.

Por Christopher Markus

Suporta-se com muita paciência a dor no fígado alheio.

Por Machado de Assis

Sendo eu, um aprendiz A vida já me ensinou que besta É quem vive triste Lembrando o que faltou Magoando a cicatriz E esquece de ser feliz Por tudo que conquistou Afinal, nem toda lágrima é dor Nem toda graça é sorriso Nem toda curva da vida Tem uma placa de aviso E nem sempre o que você perde É de fato um prejuízo O meu ou o seu caminho Não são muito diferentes Tem espinho, pedra, buraco Pra mode atrasar a gente Mas não desanime por nada Pois até uma topada Empurra você pra frente Tantas vezes parece que é o fim Mas no fundo, é só um recomeço Afinal, pra poder se levantar É preciso sofrer algum tropeço É a vida insistindo em nos cobrar Uma conta difícil de pagar Quase sempre, por ter um alto preço Acredite no poder da palavra desistir Tire o D, coloque o R Que você tem Resistir Uma pequena mudança Às vezes traz esperança E faz a gente seguir Continue sendo forte Tenha fé no Criador Fé também em você mesmo Não tenha medo da dor Siga em frente a caminhada E saiba que a cruz mais pesada O filho de Deus carregou

Por Bráulio Bessa

Meu corpo estiraçado, lânguido, ao logo do leito. O cigarro vago azulando os meus dedos. O rádio... a música... A tua presença que esvoaça em torno do cigarro, do ar, da música... Ausência!, minha doce fuga! Estranha coisa esta, a poesia, que vai entornando mágoa nas horas como um orvalho de lágrimas, escorrendo dos vidros duma janela, numa tarde vaga, vaga...

Por Fernando Namora