Veja outros textos inspiradores!

I Crônicas, 1CR, 12:35, dos danitas, preparados para a batalha, vinte e oito mil e seiscentos;

Por I Crônicas, Antigo Testamento

I Samuel, 1SM, 17:10, E o filisteu continuou: - Hoje eu desafio as tropas de Israel. Deem-me um homem, para que lute comigo.

Por I Samuel, Antigo Testamento

⁠Sonhamos com o amanhã mas esse dia não chega; Sonhamos com a glória que de fato não queremos. Sonhamos com um novo dia quando já amanheceu. Fugimos da batalha que sabemos ter de travar. E ainda assim dormimos. Esperamos o chamamento mas não estamos atentos, Esperamos um futuro que não passa de planos. Sonhando com o conhecimento que cada dia evitamos, Rezamos por um salvador quando a redenção está nas nossas mãos. E ainda assim dormimos. E ainda assim dormimos. E ainda assim rezamos. E ainda assim tememos... (Todd Anderson)

Por Sociedade dos Poetas Mortos

"Que eu, desde a partida, Não sei onde vou"

Por Camilo Pessanha

⁠Mas será possível, Eu devo estar meio sensível, Lembrei de tudo Lembrei de ontem, Lembrei do nosso tempo tão curto, Tempo tão solto Tempo tão, tão irreversível Pra nós nada é impossível

Por Elana Dara

O despotismo perpetua a ignorância e a ignorância perpetua o despotismo.

Por Anne Robert Jacques Turgot

Romanos, RM, 3:27, Onde fica, então, o orgulho? Foi totalmente excluído. Por meio de que lei? A lei das obras? Não! Pelo contrário, por meio da lei da fé.

Por Romanos, Novo Testamento

A inspiração é como o amor. Você não a encontra procurando diretamente por ela.

Por Chris Anderson

Todos nós temos essas feridas, e sempre que deixamos o mundo nos dominar, essas feridas infeccionam.

Por Hypnotic (filme)

MEUS OITO ANOS Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Como são belos os dias Do despontar da existência! — Respira a alma inocência Como perfumes a flor; O mar é — lago sereno, O céu — um manto azulado, O mundo — um sonho dourado, A vida — um hino d'amor! Que aurora, que sol, que vida, Que noites de melodia Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar! O céu bordado d'estrelas, A terra de aromas cheia As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar! Oh! dias da minha infância! Oh! meu céu de primavera! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã! Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minhã irmã! Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, Da camisa aberta o peito, — Pés descalços, braços nus — Correndo pelas campinas A roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras Das borboletas azuis! Naqueles tempos ditosos Ia colher as pitangas, Trepava a tirar as mangas, Brincava à beira do mar; Rezava às Ave-Marias, Achava o céu sempre lindo. Adormecia sorrindo E despertava a cantar! ................................ Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! — Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras A sombra das bananeiras Debaixo dos laranjais!

Por Casimiro de Abreu