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Nós pais Sempre Acreditamos na Mentira dos Nossos Filhos; Mais os Nossos Filhos Não acreditam nas Nossas Verdades.

Por Divaldo Franco

Provérbios, PV, 5:18, Seja bendito o seu manancial, e alegre-se com a mulher da sua mocidade,

Por Provérbios, Antigo Testamento

A lealdade não é mais que uma flor nos ventos do medo e da tentação.

Por Autobot Drift

Podemos crescer enquanto nos protegemos, mas nos desenvolvemos especialmente quando paramos de fazê-lo, porque o verdadeiro crescimento ocorre quando todos enfrentam o que temem ou o que pensam que não têm.

Por Joan Garriga

Desesperamo-nos dos outros para não esperarmos demasiado de nós mesmos.

Por Henri Petit

Um plano genial Joaquim Rebolão estava desempregado e lutava com grandes dificuldades para se manter. A sua situação ainda mais se agravava pelo fato de ter que dar assistência a um filho, rapaz inexperiente que também estava no desvio. Joaquim Rebolão, porém, defendia-se como um autêntico leão da Núbia, neste deserto de homens e idéias. O seu cérebro, torturado pela miséria, era fértil e brilhante, engendrando planos verdadeiramente geniais, graça; aos quais sempre se saía galhardamente das aperturas diárias com que o destino cruel o torturava. Naquele dia, o seu grude já estava garantido. Recebera convite para um banquete de cerimônia, em homenagem a um alto figurão que estava necessitando de claque. Mas o nosso herói não estava satisfeito, porque não conseguira um convite para o filho. À hora marcada, porém, Rebolão, acompanhado do rapaz, dirige-se para o salão, onde se celebraria a cerimônia. Antes de penetrar no recinto, diz a seu filho faminto: — Fica firme aqui na porta um momento, porque preciso dar um jeito a fim de que tu também tomes parte no festim. Já estavam todos os convidados sentados nos respectivos lugares, na grande mesa em forma de ferradura, quando, ao começar o bródio, Rebolão se levanta .e exclama: — Senhores, em vista da ausência do Sr. Vigário nesta festa, tomo a liberdade de benzer a mesa. Em nome do Padre e do Espírito Santo! — E o filho? — perguntou-lhe um dos convivas. — Está na porta — responde prontamente. E, voltando-se para o rapaz, ordena, autoritário e enérgico: — Entra de uma vez, menino! Não vês que estes senhores te estão chamando? (1955) Extraído do livro “Máximas e Mínimas do Barão de Itararé”, Editora Record – Rio de Janeiro, 1985, pág. 40, organização de Afonso Félix de Souza.

Por Barão de Itararé

⁠O mais assustador não são as picadas de cobras, cujo veneno pode matar uma vida em 0,5 minutos, terremotos, ataques alienígenas ou o fim do mundo. O que é realmente assustador é como o medo nos paralisa, nos aniquila, nos deixa desprovidos de razão. O mais assustador são as coisas que paramos de fazer, os silêncios que cultivamos como plantas de jardins interiores, os atalhos que começamos a percorrer para não enfrentar nada, ninguém ou nós mesmos. O mais assustador é quando o medo se torna um obstáculo, uma armadilha, uma desculpa. Quando nos tornamos hipocondríacos emocionais, sempre prontos para buscar um diagnóstico que confirme nossas suspeitas e valide nossas inseguranças e paranóia.

Por Amalia Andrade

No fundo ela não passara de uma caixinha de música meio desafinada.

Por Clarice Lispector

Jó, JÓ, 5:26, Em robusta velhice você descerá à sepultura, como se recolhe o feixe de trigo no tempo certo.

Por Jó, Antigo Testamento

I Samuel, 1SM, 22:6, Saul ficou sabendo que Davi e os homens que o acompanhavam foram descobertos. Saul se encontrava em Gibeá, debaixo de um arvoredo, numa colina, com a sua lança na mão, e todos os seus servos estavam com ele.

Por I Samuel, Antigo Testamento