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Eu, que sou feio, sólido, leal, A ti, que és bela, frágil, assustada, Quero estimar-te, sempre, recatada Numa existência honesta, de cristal. Sentado à mesa dum café devasso. Ao avistar-te, há pouco, fraca e loura. Nesta Babel tão velha e corruptora, Tive tenções de oferecer-te o braço. E, quando socorreste um miserável, Eu que bebia cálices de absinto, Mandei ir a garrafa, porque sinto Que me tornas prestante, bom, saudável. «Ela aí vem!» disse eu para os demais; E pus-me a olhar, vexado e suspirando, O teu corpo que pulsa, alegre e brando, Na frescura dos linhos matinais. Via-te pela porta envidraçada; E invejava, - talvez não o suspeites!- Esse vestido simples, sem enfeites, Nessa cintura tenra, imaculada. Ia passando, a quatro, o patriarca. Triste eu saí. Doía-me a cabeça. Uma turba ruidosa, negra, espessa, Voltava das exéquias dum monarca. Adorável! Tu muito natural, Seguias a pensar no teu bordado; Avultava, num largo arborizado, Uma estátua de rei num pedestal.
Por Cesário VerdeProvérbios, PV, 27:12, O prudente vê o mal e se esconde; mas os ingênuos seguem em frente e sofrem as consequências.
Por Provérbios, Antigo TestamentoLevítico, LV, 27:17, Se dedicar o seu campo desde o Ano do Jubileu, a avaliação será pelo valor integral.
Por Levítico, Antigo TestamentoEu tenho paz e tenho amor, mas fico acordado à noite pensando que posso perder tudo isso.
Por Benson BooneEstamos enfrentando o maior poder maligno que o mundo já viu.
Por Dungeons and Dragons: Honra Entre RebeldesCântico dos Cânticos, CT, 3:2, Eu me levantarei agora e rodearei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei o amado da minha alma. Busquei-o, mas não o achei.
Por Cântico dos Cânticos, Antigo Testamento