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Salmos, SL, 99:7, Falava-lhes na coluna de nuvem; eles guardavam os seus mandamentos e a lei que lhes tinha dado.
Por Salmos, Antigo TestamentoHabacuque, HC, 3:1, Oração do profeta Habacuque sob a forma de canto.
Por Habacuque, Antigo TestamentoRegozijemo-nos… pois são chegadas as bodas do Cordeiro… Bem-aventurados os que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro.” Apocalipse 19:7-9
Por Miriam LealSabe quando você acha que o rumo vai ser um, mas vira outro? Se eu tivesse que definir, foi aqui que o rumo mudou pra mim.
Por Black Bird (série)O casamento é como enfiar a mão num saco de serpentes na esperança de apanhar uma enguia.
Por Leonardo da VinciPerdoar é o modo mais sublime de crescer. Pedir perdão é o modo mais sublime de se levantar.
Por Autor desconhecidoIII Joao, 3JO, 1:5, Amado, você tem sido fiel no que faz pelos irmãos, mesmo quando são estrangeiros.
Por III Joao, Novo TestamentoA canção do africano Lá na úmida senzala, Sentado na estreita sala, Junto ao braseiro, no chão, Entoa o escravo o seu canto, E ao cantar correm-lhe em pranto Saudades do seu torrão... De um lado, uma negra escrava Os olhos no filho crava, Que tem no colo a embalar... E à meia voz lá responde Ao canto, e o filhinho esconde, Talvez pra não o escutar! "Minha terra é lá bem longe, Das bandas de onde o sol vem; Esta terra é mais bonita, Mas à outra eu quero bem! "0 sol faz lá tudo em fogo, Faz em brasa toda a areia; Ninguém sabe como é belo Ver de tarde a papa-ceia! "Aquelas terras tão grandes, Tão compridas como o mar, Com suas poucas palmeiras Dão vontade de pensar ... "Lá todos vivem felizes, Todos dançam no terreiro; A gente lá não se vende Como aqui, só por dinheiro". O escravo calou a fala, Porque na úmida sala O fogo estava a apagar; E a escrava acabou seu canto, Pra não acordar com o pranto O seu filhinho a sonhar! ............................ O escravo então foi deitar-se, Pois tinha de levantar-se Bem antes do sol nascer, E se tardasse, coitado, Teria de ser surrado, Pois bastava escravo ser. E a cativa desgraçada Deita seu filho, calada, E põe-se triste a beijá-lo, Talvez temendo que o dono Não viesse, em meio do sono, De seus braços arrancá-lo!
Por Castro Alves