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II Timóteo, 2TM, 1:5, Lembro da sua fé sem fingimento, a mesma que, primeiramente, habitou em sua avó Loide e em sua mãe Eunice, e estou certo de que habita também em você.
Por II Timóteo, Novo TestamentoÉ domingo hoje mas nós não saímos é o único dia que não repetimos e que dura menos Mas põe o teu rouge que eu mudo a camisa não como quem de ilusão precisa Tomaremos chá leremos um pouco e iremos à varanda absortos
Por António Reis (poeta)Mateus, MT, 26:50, Jesus, porém, lhe disse: <J> - Amigo, o que você veio fazer?</J> Nisto, aproximando-se eles, agarraram Jesus e o prenderam.
Por Mateus, Novo TestamentoAsa Eu vivo como um cuco no relógio. Não invejo os pássaros livres. Se me dão corda, canto. Só aos inimigos Se deseja Tanto.
Por Anna AkhmátovaApocalipse, AP, 22:3, Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o adorarão,
Por Apocalipse, Novo TestamentoPara nós os grandes homens não são aqueles que resolveram os problemas, mas aqueles que os descobriram.
Por Albert SchweitzerJosué, JS, 21:23, Da tribo de Dã, deram Elteque com os seus arredores, Gibetom com os seus arredores,
Por Josué, Antigo TestamentoA SEMENTE Certa vez, quando eu passava por um momento muito difícil, sonhei que seria operado do coração. Angustiado, eu pensava que não sobreviveria à operação. Não sei como fui parar ali, por quais caminhos andei ou fui levado. Sabia apenas que haveria uma operação e eu era o paciente a ser operado. De repente, adentra a sala de cirurgia o cirurgião. Ao vê-lo, meu medo desaparece, cheguei até a sorrir... Pois o médico que me operaria era nada mais nada menos do que o poeta Fernando Pessoa! No princípio, achei estranho. Mas depois entendi que fazia sentido ser um poeta o cirurgião de um coração angustiado. Sem demora, o cirurgião-poeta abriu meu peito, mas não com bisturi: não sangrou, nem houve dor. Ele enfiou uma das mãos, porém não foi suficiente. Somente as duas mãos do poeta conseguiram tirar meu coração do peito. "Seu coração está pesado como um paralelepípedo! Preciso extrair o que lhe pesa", diagnosticou o cirurgião-poeta. “O que lhe pesa não é coisa física, o que lhe pesa é a mágoa com o passado, a decepção com o presente, o medo do futuro e a descrença nos homens”, disse-me ele enquanto extraía tudo isso. Quando olhei para a mão do poeta, meu coração estava minúsculo, parecendo uma semente salva de um fruto que perecia. Indaguei: “poeta, com esse coração pequenino como vou sobreviver!?” O cirurgião-poeta então respondeu, terminando sua arte, sua “clínica”: “Ele está assim pequeno porque deixei apenas o coração da criança.” Após ouvir isso despertei, e não apenas daquele sonho. Ainda deitado, olhei para a janela: já amanhecia. Queria registrar o sonho e me virei para procurar caneta e papel. Então, algo que estava sobre meu peito caiu ao meu lado na cama, era um livro que adormeci lendo: “O Eu Profundo e os outros Eus”, de Fernando Pessoa. "As terapias verbais me terapeutam." (Manoel de Barros)
Por Elton Luiz Leite de Souza