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Meu desejo de investigar as mentes dos outros era insaciável.

Por Dr. Brain (série)

Você sabe, o mau-humor está na essência de toda a comédia.

Por Jerry Seinfeld

I Reis, 1RS, 22:8, O rei de Israel respondeu a Josafá: - Há um ainda, por meio de quem podemos consultar o Senhor. Mas eu o odeio, porque nunca profetiza de mim o que é bom, mas somente o que é mau. É Micaías, filho de Inlá. Josafá disse: - O rei não deveria falar assim.

Por I Reis, Antigo Testamento

Só tem caprichos É mais e mais diária – e não se perde no meio de tanta e tamanha Companhia

Por Ana Cristina Cesar

Cada obreiro devia fazer sua petição a Deus pelo batismo diário do Espírito. (Atos dos Apóstolos p. 50)

Por Ellen G. White

⁠Pare de insistir para estar em um lugar, que alguém te mostra diariamente que não quer você ali.

Por Felipe Arco

Na cidade o crime se tornou um emblema de classe e raça. Porém no subúrbio, é íntimo e psicológico - resistente a generalização, um mistério da alma individual.

Por Barbara Ehrenreich

Goiás Só te vejo, Goiás, quando me afasto e, nas pontas dos pés, meio de banda, jogo o perfil do tempo sobre o rasto desse quarto-minguante na varanda. De perto, não te vejo nem sou visto. O amor tem destes casos de cegueira: quanto mais perto mais se torna misto, ouro e pó de caruncho na madeira. De perto, as coisas vivem pelo ofício do cotidiano — existem de passagem, são formas de rotina, desperdício, cintilações por fora da linguagem. De longe, não, nem tudo está perdido. Há contornos e sombras pelo teto. E cada coisa encontra o seu sentido na colcha de retalhos do alfabeto. E, quanto mais te busco e mais me esforço, de longe é que te vejo, em filigrana, no clichê de algum livro ou no remorso de uma extinta pureza drummondiana. Só te vejo, Goiás, quando carrego as tintas no teu mapa e, como um Jó, um tanto encabulado e meio cego, vou-te jogando em verso, em nome, em GO.

Por Gilberto Mendonça Teles

A República sobreviverá até o Congresso descobrir que pode subornar o povo com seu próprio dinheiro.

Por Alexis de Tocqueville

a matemática das ruas e suas esquinas perpendiculares e calçadas paralelas com imperfeições imperceptíveis e quadras em retângulos que terminam em praças circulares por onde passam carros a sessenta por hora e pessoas atarefadas e onde se sentam pessoas que jogam o tempo e os silêncios aos pombos indiferentes

Por Ana Elisa Ribeiro