Veja outros textos inspiradores!

Jó, JÓ, 32:12, Dei atenção ao que diziam, mas nenhum de vocês conseguiu refutar Jó, nem responder aos seus argumentos.

Por Jó, Antigo Testamento

Josué, JS, 19:1, Saiu a segunda sorte a Simeão, à tribo dos filhos de Simeão, segundo as suas famílias, e a herança deles ficava no meio da herança dos filhos de Judá.

Por Josué, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 25:24, Cumpridos os dias para que desse à luz, eis que havia gêmeos no seu ventre.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Estava infeliz. Por mim, o sol poderia ter derretido todo o azul do céu. Aí o céu seria tão infeliz quanto eu.

Por Benjamin Alire Sáenz

Mulheres! Não percamos nossas almas! A criação é o nosso poder: Escreva, dance, componha, plante, ame, ore, estude, pinte, cozinhe, capine, palestre, espiritualize-se, defenda a Terra, cuide-se, cuide dos animais, crianças, velhos e velhas, acaricie o mundo, beije as cicatrizes do mundo, cultive relações, cultive os amigos, cultive a família, enfim, seja... Esteja presente! Seja luz!

Por Eliane Potiguara

Mingau branco Numa tigela imaculada - A luz do sol do Ano-Novo.

Por Josô

[Busca] Subnutrido de beleza, meu cachorro-poema vai farejando poesia em tudo, pois nunca se sabe quanto tesouro andará desperdiçado por aí... Quanto filhotinho de estrela atirado no lixo!

Por Mario Quintana

Livros são papéis pintados com tinta

Por Fernando Pessoa

Enterrei mais coisas nessa vida que um filhote de cachorro Nesse cemitério deserto, uma pausa para respirar. Olho em volta, um sem número de covas abertas, muita lama e poças de chuva, e nenhum guarda para me parar. O fato, amigo, é que enterrei mais coisas nessa vida que um filhote de cachorro. Talvez por herança genética, de velhos lobos hoje tão non sense, mas ainda assim, um filhote histérico, bobo, desesperado e nem por isso inocente. Respiro fundo. Tomo um gole antes de recomeçar e dou uma boa olhada em volta. Sei que o que é morto deve ficar morto, mas é preciso quando enterramos errado, sem partes, ou varremos dormindo e não falecido pra debaixo do tapete, de bruços ou sem pontos finais, sem lápides ou fortes trancas nos caixões. E como em uma gincana de crianças onde achar uma pista leva a outra, cada cova que eu abro me leva exaustivamente a uma diferente que ainda preciso abrir. A garoa fina desce pelo rosto, tomo coragem, ergo a pá com um brinde e vou para a cova seguinte. "-Mais uma rodada?", o barman pergunta. "-Espero que a última...", respondo com os olhos. Pois esse cemitério que carrego precisa dar descanso a esse coveiro cansado de enterrar erros e fraquezas e desculpas e pesos e medos. 01/03/2017

Por Nenê Altro

⁠Quem diria que algo que aconteceu há muito tempo poderia ter tanto poder?

Por Alice Sebold