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"Do momento em que peguei seu livro até o que larguei, eu não consegui parar de rir. Um dia, eu pretendo lê-lo"
Por Groucho MarxJeremias, JR, 6:30, Serão chamados de ´prata rejeitada`, porque o Senhor os rejeitou.`
Por Jeremias, Antigo TestamentoMarcos, MC, 6:53, Estando já no outro lado, chegaram à terra de Genesaré, onde atracaram.
Por Marcos, Novo TestamentoII Samuel, 2SM, 11:7, Quando Urias chegou, Davi perguntou como estava Joabe, como se achava o povo e como ia a guerra.
Por II Samuel, Antigo TestamentoProvérbios, PV, 27:21, Como o crisol prova a prata e o forno prova o ouro, assim o homem é provado pelos elogios que recebe.
Por Provérbios, Antigo TestamentoJosué, JS, 21:16, Aim com os seus arredores, Jutá com os seus arredores e Bete-Semes com os seus arredores. Ao todo, nove cidades dessas duas tribos.
Por Josué, Antigo TestamentoDevemos fazer planos para a liberdade, e não só para a segurança, ainda que pela única razão de só a liberdade poder tornar a segurança segura.
Por Karl PopperUm passo de cada vez, para encontrar firmeza, para compreender que a leveza vem de dentro, na paz que permitimos sentir. Calma, quietude para os teus dias, pois quando a tua alma repousa o seu coração se sente feliz!
Por Lanna BorgesJoão, JO, 8:40, <J>Mas agora vocês estão querendo me matar, a mim que lhes falei a verdade que ouvi de Deus; Abraão não fez isso.</J>
Por João, Novo TestamentoPOEMA EM LINHA RETA Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo, Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho, Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo, Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante, Que tenho sofrido enxovalhos e calado, Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda; Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel, Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes, Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar, Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado Para fora da possibilidade do soco; Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas, Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo. Toda a gente que eu conheço e que fala comigo Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho, Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida... Quem me dera ouvir de alguém a voz humana Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia; Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia! Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam. Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil? Ó príncipes, meus irmãos, Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo? Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra? Poderão as mulheres não os terem amado, Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca! E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído, Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear? Eu, que venho sido vil, literalmente vil, Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Por Fernando Pessoa